quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

VIA LÁCTEA - NOSSA GALÁXIA


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VIA  LÁCTEA  - GATO AZUL 
Evoluindo no espaço
eis o gatinho azul confiante
-nossa Via Láctea.

VIA LÁCTEA   -  GATO-DOURADO 
Observe a imagem
  verá um gato de  cabeça dourada,
de frente,caminhando.

Cosmos - Via Lactea (TV Escola) 

http://www.youtube.com/watch?v=SVjbBjS-SKc

— Mais um documentário da série Francesa "Cosmos". Neste episódio, exibido pela TV Escola em Dez/2000, vamos conhecer a nossa galáxia a "Via Láctea" e também entender como nascem, vivem e morrem as estrelas. Do ponto de vista humano, teremos clara noção da grandeza do tempo que se passa no Universo, bem como o seu tamanho. Produção System TV, narração de Garcia Júnior.

 O Universo: 

A VIA LÁCTEA

Prof. Renato Las Casas (02/07/01)

       O Céu como um todo, é muito bonito de se ver.
      A sensação que temos vendo a abóbada celeste estrelada nos envolvendo é tão forte que deixamos para os poetas a sua explicação.
      No magnífico cenário que é o céu visto a olho nu de um local sem a poluição (luminosa principalmente) característica das grandes cidades, destacam-se por suas belezas; a Lua e uma tênue faixa luminosa que corta o céu de fora a fora - a Via Láctea.
      Na nossa civilização, o nome Via Láctea vem dos gregos antigos, que a viam como um "caminho de leite" no céu. É encontrada nas mais diversas culturas com os mais diversos nomes. Os índios Tembé (sul do Pará) a chamam de "Caminho da Anta"; por exemplo.


 
      No início do século XVII, com a invenção do telescópio, vimos que a luz da Via Láctea consiste da luz "misturada" emitida por um número muito grande de estrelas. Quanto maior o telescópio utilizado, mais estrelas são vistas (individualizadas) nessa faixa do céu.
      Hoje sabemos que essa faixa é a visão que temos de nossa própria galáxia, vendo-a por dentro. Galáxias são os agrupamentos imensos nos quais se reúnem as estrelas (e entre elas muito gás e poeira).


 
      Adotamos o nome Via Láctea para a nossa galáxia. Ela é do tipo espiral. Sua forma é denunciada pelo grande acúmulo de estrelas em um plano (o plano da faixa luminosa que vemos no céu). Não podemos ver distante ao longo do plano da Via Láctea, devido à grande quantidade de poeira aí existente.O tamanho de nossa galáxia e a localização do Sol, entretanto, são conhecidos há quase 80 anos. Isso foi possível observando aglomerados estelares (globulares) que se distribuem fora do plano da galáxia. Estimamos que a Via Láctea possui entre 200 e 250 bilhões de estrelas.


 
      O Centro de nossa galáxia fica na direção da constelação de Sagitário que nessa época do ano se encontra em excelentes condições de observação à partir de Minas Gerais. (Encontramos vários tipos de nebulosas e aglomerados estelares nessa região.) Vendo do Sistema Solar, essa é a porção mais brilhante da Via Láctea. Também aí, como ao longo de todo o plano de nossa galáxia, não podemos ver longe, devido à grande quantidade de poeira existente em todo disco da Via Láctea.


 
      Luz (onda eletromagnética) de freqüência (cor) diferente, é absorvida diferentemente pelo meio interestelar. Isso faz com que tenhamos visões diferentes de uma mesma região do céu, se a observamos em "cores" diferentes. Na luz visível, por exemplo, é tão absorvida pelo meio que em qualquer interestelardireção do plano da Via Láctea, não podemos ver mais do que a algumas centenas de anos-luz de distância. Fotografias de uma mesma região do céu, feitas em freqüências diferentes, nos revelam objetos e constituintes diferentes, presentes a distâncias também diferentes.


 
      Ondas na faixa de Radio são emitidas por gás quente ionizado e elétrons de alta energia se movendo na presença de campos magnéticos; Hidrogênio Atômico se concentra em grandes nuvens de gás e poeira; Hidrogênio Molecular está presente em densas nuvens, muitas delas sítios de formação estelar; o Infravermelho é emitido por poeira "aquecida" por estrelas próximas, enquanto que grande parte do Infravermelho próximo (ao visível) é emitido por pequenas estrelas frias (tipo K); Raio X é emitido por moléculas de gazes quentes em colisão e os Raios Gama se originam de colisões de raios cósmicos com núcleos de Hidrogênio em nuvens interestelares.


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 http://www.youtube.com/watch#v=kpfaWyTOb_k&feature=related


 NOSSA  GALÁXIA
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/videos/nossa-galaxia-video.php


Sejam felizes todos os seres.
Vivam em paz todos os seres.
Sejam abençoados todos os seres.


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 Fonte;
Observatório Frei Rosário - UFMG
 http://www.observatorio.ufmg.br/pas32.htm

Gustav Holst - The Planets Op.32

MOVIMENTO DOS PLANETAS

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/videos/movimentos-dos-planetas-video.php

Gustav Holst - The Planets Op.32 Mars, the Bringer of War 

http://www.youtube.com/watch#v=6NeQ1h6lzLI&feature=related


Gustav Holst - The Planets Op.32 Jupiter 

http://www.youtube.com/watch#videos=By62fjNXKak&v=L6NopU9K_8M


Gustav Holst - The Planets Op.32 Saturn 

http://www.youtube.com/watch#v=ESARBMvPJ4M&feature=related 

 

Gustav Holst - The Planets Op.32 Neptune, the Mystic 

http://www.youtube.com/watch?playnext=1&playnext_from=TL&videos=By62fjNXKak&v=yaNuYvj-jcc&nocache=1266503796714&ajax=1



Gustav Holst - The Planets Op.32 Mercury, the Winged Messeng 

http://www.youtube.com/watch#v=6yIKu3LSwcE&feature=related 

 

Gustav Holst - The Planets Op.32 Uranus, the Magician

 http://www.youtube.com/watch#v=51oHwMiqslo&feature=related


Sejam felizes todos os seres.
Vivam em paz todos os seres.
Sejam abençoados todos os seres.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

MOZART - Missa da Coroação K.317

 
Missa da Coroação K.317 
Wolfgang Amadeus Mozart 

Mozart: Missa in C, K.317 "KYRIE"3:15

Wolfgang Amadeus Mozart.

por rufusmucci
Credo da Missa da Coroação, de Mozart - K. 317, com legendas ...7:32

Credo da Missa da Coroação, de Mozart, uma de minhas missas preferidas, com legendas em português. É o Credo Niceno-Constantinopolitano, 
  

MISSA DA COROAÇÃO (K.317)


As Missas e as Matinas que Mozart escreveu durante sua estada em Salzburgo podem se descritas como produção de seu “pão de cada dia” . Durante  esse período ele trabalhou como o arcebispo da cidade como organista da corte e da igreja. Várias obras podem ser destacadas desse momento, época em que ele contava com apenas 23 anos, como: “Vesperae de Domenica” (K.321); Vesperae Solemnis” (K.337) e a “Missa da Coroação” (K.317).

A Missa da coroação foi composta em março de 1779. A origem e o sentido do título desta obra não foi inteiramente esclarecido, mas a explicação mais provável é a da suposta cerimônia de coroação de uma imagem miraculosa da Virgem Maria, numa localidade próxima a Sazlburgo celebrada desde 1751. A Missa aqui, inteiramente musicada se desenvolve como o “Ordinário da Missa” do qual são contidas as partes: Kyrie, Glória, Credo, Sanctus - Benedictus e Agnus Dei. O primeiro movimento é escrito em grego e os demais em latim.

O Kyrie se compõe de três seções recapitulatórias, sendo que a primeira e a terceira partes são executadas pelo conjunto vocal e orquetra, como um esqueleto estrutural onde são realizados acordes puramente homofônicos interligados com ritmo pontuado pela orquestra. Na segunda seção um bela melodia, típica de Mozart, é exposta pelos solistas num andamento mais rápido, que reaparecerá no final da obra.

O Gloria, uma das duas partes ricas em texto, se projeta com um material musical complexo e diversificado, formando ainda uma simples progressão unificada, assegurada pelos elementos da forma sonata. O Coro se apresenta por quase todo o movimento intercalado por pequenas inserções dos solistas. O elemento de ligadura por todo o movimento é a célula rítmica representada na palavra “gloria” ( __ ) .

Não se pode falarde uma tema principal, mas de uma seção-temática pelos quais aparecem diferentes tipos de material temático: As três subdivisões se apresentam na seguinte maneira: 1 na abertura do movimento com a palavra “Glória” ; 2 com as palavras “Qui tollis pecdata mundi”; e a 3 (recapitulação) com as palavras “Quoniam tu solus Sanctus”.

O Credo, o movimento mais complexo que também é muito rico em texto, revela formas sinfônicas que refletem elementos básicos de ambas as formas sonatas e rondó. O material musical principal se apresenta mais nos instrumentos do que nas vozes sendo marcado em ascendentes e descendentes.

O movimento como um todo é delineado em cinco seções claramente definidas, A 1o delas é, em si mesmas, apresentada na forma sonata completa com exposição, desenvolvimento e recapitulação, terminando com as palavras “Descendit de coelis”; a 2 parte começa na mudança de andamento (adagio), onde os solistas aparecem pela primeira vez declamando o texto homofônicamente estruturado na forma de acordes. Mozart consegue, aqui, maior intensidade dramática refletindo com grande exatidão a mensagem do texto; A 3 parte se apresenta na recapitulação do primeiro tema com as palavras “et ressurexit”, onde o andamento rápido e retomado; A 4 parte se apresenta como uma quebra da forma sonata, em primeiro plano. como interlúdio inserido na recapitulação apresentanda pelos solistas ( “Et in Spiritum Sanctum” ) em um andamento um pouco mais lento; A 5 parte se desenvolve com as palavras “Et unam sanctam catholicam”, onde a recapitulação é retomada seguida por uma “coda”.

O Sanctus segue uma estrutura tradicional com um início majestoso, pleno de sonoridade, e lento, seguido de uma seção rápida e alegre (Osana) com uma construção homofônica onde a idéia básica aparece algumas vezes em preparação para a próxima seção. O Benedictus tem uma estrutura melódica lírica construída para os solistas que termina na tonalidade da dominante, possibilitando assim a volta do tema rápido e jocoso do Osana. Há uma segunda inserção curta do Benedictus com os solistas em preparação para um terceiro Osana com desfecho final recapitulando sua primeira apresentação.

O Agnus Dei tem duas seções com temas e tonalidades diferentes. A primeira é uma ária belíssima para o soprano solo em Fá maior que contém elementos melódicos da ária da Condessa em Dó Maior em “Le Nozze di Figaro”. No final da ária ocorre uma modulação para Dó Maior em preparação para a entrada final do coro trazendo de volta o tema do Kyrie com uma roupagem nova nas palavras “Dona Nobis Pacem”.

DR. DAVID JUNKER
- obra completa
- Kyrie

Após a segunda viagem a Paris (1779), Wolfgang Amadeus Mozart retornou a Salzburg, onde reassumiu a função de organista oficial da igreja e da corte arquiepiscopal de Hyeronimus von Colloredo. Conforme exigiam suas funções, compôs, entre 1779 e 1782, diversas obras sacras, entre elas a Missa da Coroação, que apresenta um quarteto solista, quatro trompas, oboés, fagotes, trompetes, trombones, tímpanos e cordas. 
O “Gloria” é um trecho bastante complexo, comportando variegados elementos, numa composição magistral de uma seqüência unitária, e com três matérias musicais inteiramente diferentes. 


 
http://vsites.unb.br/coral/index2.php?action=ver_obra&id=19

  
Sejam felizes todos os seres.
Vivam em paz todos os seres.
Sejam abençoados todos os seres.