quarta-feira, 15 de setembro de 2010

PIOTR PROCHERA-Mozart - Die Zauberflöte\ Papageno - Ein Mädchen oder Weibchen (Piotr Pr...

 Piotr Prochera
Barítono

Piotr Prochera - barítono, nascido em 1980, em Torun (Polónia)
primeiro estudou violino antes de ter terminado os seus estudos na Academia de Música de Poznan.

Ele foi um dos vencedores dos prémios especiais do concurso de canto em Włoszakowice (2002) eo Concurso da Canção, em Varsóvia (2005). master classes numerosas ele participou, nomeadamente, na Lazarska Helena, Rolando Panerai, Yevgeny Nesterenko, Tschaplik Pedro, Ernst Haefliger, Peter Schreier e Dietrich Fischer Dieskau.

A partir da temporada 2005/06 foi Piotr Prochera membro do Estúdio de Ópera da Academia de Música Franz Liszt em Weimar, no Teatro Nacional Alemão de Weimar e concluída, além do exame concerto / música com o professor Mario Hoff.

Desde o início da temporada 2007/08 foi colocado, o barítono jovem ensemble teatro musical do DNT.
Seu repertório inclui agora muitos jogos importantes em seu campo, por exemplo

Enéas [Dido e Aeneas], Guglielmo [Così fan tutte]
Figaro [Le Nozze di Figaro],Don Giovanni, 
Papageno [The Magic Flute]
Dr. Falke [Die Fledermaus], o pai [Hansel e Gretel], 
mestre Ford [As Alegres Comadres de Windsor], 
Arlequim [Ariadne auf Naxos], 
Morales [Carmen], 
Maximiliano [Cândido], 
Demétrio [A Midsummer Night's Dream]
Keane Ned [Peter Grimes],
Sir Robert Cecil [Gloriana].

Mesmo na ópera contemporânea, ele está passando:quando
Benito Repollo em "Miracle Teatro", de Hans Werner Henze e finalmente
Il Malaspina "Luci mie traditrici" por Salvatore Sciarrino.

Na estréia de "Simão o escolhido" por Isidora Zebeljan cantou o papel título.

Desde a temporada 2008/2009 é Piotr Prochera membro do conjunto de ópera no Teatro musical im Revier Gelsenkirchen.

Piotr Prochera - Bariton, geboren 1980 in Thorn (Polen),

studierte zunächst Geige, bevor er sein Gesangstudium an der Hochschule für Musik in Posen absolvierte. Er war Sonderpreisträger des Gesangswettbewerbs in Wloszakowice (2002) sowie des Liederwettbewerbs in Warschau(2005). Zahlreiche Meisterkurse besuchte er u.a. bei Helena Lazarska, Rolando Panerai, Jevgenij Nesterenko, Peter Tschaplik, Ernst Haefliger, Peter Schreier und Dietrich Fisher-Dieskau.
Ab der Spielzeit 2005/06 war Piotr Prochera Mitglied des Opernstudios der Hochschule für Musik FRANZ LISZT Weimar am Deutschen Nationaltheater Weimar und absolvierte zusätzlich das Konzertexamen/Lied bei Prof. Mario Hoff.
Ab Beginn der Spielzeit 2007/08 gehörte der junge Bariton fest zum Musiktheater-Ensemble des DNT.
Sein Repertoire umfasst mittlerweile viele wichtige Partien seines Fachs,
wie z.B. 
 
Aeneas [Dido and Aeneas],
Guglielmo [Così fan tutte],
Figaro [Le nozze di Figaro],
Don Giovanni, Papageno [Die Zauberflöte],
Dr. Falke [Die Fledermaus],
Vater [Hänsel und Gretel],
Herr Fluth [Die lustigen Weiber von Windsor],
Harlekin [Ariadne auf Naxos],
Moralès [Carmen],
Maximilian [Candide],
Demetrius [A Midsummer Night's Dream],
Ned Keane [Peter Grimes],
Sir Robert Cecil [Gloriana].

Auch in der zeitgenössischen Oper ist er zu erleben: als Benito Repollo in „Wundertheater” von Hans Werner Henze oder letztens Il Malaspina in „Luci mie traditrici“ von Salvatore Sciarrino.

In der Uraufführung „Simon der Erwählte“ von Isidora Žebeljan sang er die Titelrolle. Seit der Spielzeit 2008/2009 ist Piotr Prochera Mitglied des Opernensembles am Musiktheater im Revier Gelsenkirchen.
 
Bariton

Und der beste Nachwuchs-Sänger heißt: Piotr Prochera

15-07-2010
Gleich fünfmal landete der 30-jährige Bariton bei der Kritikerumfrage NRW 2009/10 des Fachmagazins „Theater pur“ auf den Plätzen eins bis drei.
 
Geige spielen kann er auch noch: Bariton Piotr Prochera wurde fünfmal unter die besten drei Nachwuchssänger in NRW gewählt. Foto: Martin Möller

Der gebürtige Pole Prochera (aus Thorn), der seit der Spielzeit 2008/09 zum Ensemble des Musiktheaters gehört, überzeugte die Kritiker namentlich in seinen Rollen als Papageno in der „Zauberflöte“ und als Robert Cecil in „Gloriana“.
Juli 2010, Westdeutsche Allgemeine Zeitung
http://www.piotrprochera.com/index.php?p=1_4_Bildergallerie
 Contato:
http://www.piotrprochera.com/index.php?p=1_7_Kontakt


O mais lindo Papageno


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

ACUPUNTURA TURBINADA

Descoberta triplica efeitos da acupuntura contra a dor

Tom Rickey
Descoberta triplica efeitos da acupuntura contra a dor

Cientistas deram mais um passo importante para compreender como o simples espetar de algumas agulhas no corpo é capaz de aliviar a dor, adicionando suporte científico à sabedoria milenar. [Imagem: Univ.Rochester]

Acupuntura turbinada
Cientistas deram mais um passo importante para compreenderem como o simples espetar de algumas agulhas no corpo é capaz de aliviar a dor.
Em um artigo publicado na revista Nature Neuroscience, a equipe da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, identificou a molécula adenosina como um elemento central na ativação no corpo de alguns dos efeitos da acupuntura.
Partindo desse novo conhecimento, os cientistas foram capazes de triplicar os efeitos benéficos da acupuntura em camundongos por meio da adição de um medicamento aprovado para tratar a leucemia.

Adenosina
A adenosina é um composto natural conhecido por seu papel na regulação do sono, por seus efeitos sobre o coração, e pelas suas propriedades anti-inflamatórias.
Mas a adenosina também atua como um analgésico natural, tornando-se ativa na pele após um ferimento para inibir os sinais nervosos e aliviar a dor de uma forma semelhante ao que faz a lidocaína.
No estudo, os cientistas descobriram que esta substância química é também muito ativa nos tecidos mais profundos afetados pela acupuntura.
Os pesquisadores analisaram os efeitos da acupuntura no sistema nervoso periférico - os nervos do nosso corpo que não são parte do cérebro e da medula espinhal.

Base científica da acupuntura
Segundo Maiken Nedergaard, as novas descobertas vêm adicionar ainda mais suporte científico à acupuntura.
"A acupuntura tem sido um pilar do tratamento médico em algumas partes do mundo por 4.000 anos, mas, como ela ainda não foi compreendida completamente, muitas pessoas se mantiveram céticas", afirma Nedergaard.
A pesquisa complementa um rico corpo de trabalhos que mostram que, no sistema nervoso central, a acupuntura cria sinais que levam o cérebro a produzir as endorfinas, analgésicos naturais.
"Neste trabalho, nós fornecemos informações sobre um mecanismo físico pelo qual a acupuntura reduz a dor no corpo," acrescenta a pesquisadora.

Acupuntura três vezes melhor
Assim que reconheceram o papel da adenosina, os cientistas começaram a explorar os efeitos de uma droga contra o câncer, chamado deoxicoformicina, que dificulta a remoção da adenosina pelos tecidos.
O composto aumentou dramaticamente os efeitos do tratamento com acupuntura, quase triplicando o acúmulo de adenosina nos músculos e mais do que triplicando o tempo de eficácia do tratamento.

"É claro que a acupuntura pode ativar uma série de mecanismos diferentes," acrescenta Josephine P. Briggs, coautora do estudo. "Este estudo extremamente cuidadoso identificou a adenosina como um novo participante nesse processo. É uma contribuição interessante para a nossa crescente compreensão da complexa intervenção que é a acupuntura."
 Fonte:
http://www.diariodasaude.com.br/
Sejam felizes todos os seres.
Vivam em paz todos os seres.
Sejam abençoados todos os seres.

DIGNIDADE HUMANA - Maurizzio Canali



"Primeiro foi necessário civilizar o homem em relação ao próprio homem.
Agora é necessário civilizar o homem em relação a natureza e aos animais."
(Victor Hugo)
À Fundaco e a Peta.org,
Recebi este e-mail e fiquei muito desconcertado e triste por ver a banalização ou a ingenuidade com que um assunto como este, tão sério, é tratado. É mobilizador colocar fotos chocantes na internet e circular pelo mundo, e as pessoas assinam, lavando suas mãos, achando que já fizeram algo para melhorar o mundo. Bonito, não?

Sei ou imagino que organizações como as suas devam ter a intenção positiva de fazer e promover o Bem, e creia, há formas mais decisivas de fazer isto. Primeiro que promover a ideía que um nome lançado num e-mail nos livra de nossa responsabilidade já não é algo muito positivo. Coloca todos bem distante do fato. Nos permite como Poncio Pilatos, lavar nossas mãos. E segundo, como vocês circulam um e-mail como este sem especificar COMO, QUANDO, ONDE     E   QUEM SÃO OS PERSONAGENS ENVOLVIDOS NESTE EPISÓDIO? 

 Acredite, que mesmo num país extremamente deficiente como o Brasil, em vários setores, desde a saúde até a educação, temos LEIS DE PROTEÇÃO AOS ANIMAIS, e organismos atuantes. Lamento muito que no país onde tal fato ocorre NÃO HAJA LEI, e num pais que não tem LEI, de que valerão assinaturas? Em vários países civilizados do mundo isto é considerado um crime, e não precisa de meia dúzia de assinaturas para que suas autoridades percebem isto!


Suas organizações podem fazer pressão sim, sobre governos assim, se associando e comunicando o fato a outras associações internacionais, que mobilize a grande opinião pública, pela TV e pelo Rádio, já que no seu país, aparentemente não há um Ministério Público, e nem leis que coíbam tais atrocidades. Graças a Deus, no Brasil, felizmente, este cidadão já estaria preso, ou no mínimo pagando um boa fiança, e os animais entregues a organismos de proteção aos animais.

Não vou assinar a tal lista, mas estou encaminhando este e-mail a amigos e organizações para ver o que pode ser feito legalmente em favor da PRESERVAÇÃO DA VIDA E DA DIGNIDADE HUMANA. Digo DIGNIDADE HUMANA, pois uma barbaridade destas nos ofende enquanto seres que nos consideramos a vanguarda da evolução neste planeta e seres dotados de RAZÃO E INTELELECTO.
 
Peço aos amigos que possam ajudar, por vias legais e organismos de apoio internacional que façam circular este e-mail, e se puderem / quiserem, traduzam o e-mail para outras línguas.
LUZ E PAZ A TODOS,

Para que um dia nossa HUMANIDADE seja HUMANA 
não somente no NOME, MAS DE FATO!


MAURIZZIO CANALI::  
21 8771 2336
21 2595 3600


Maurizzio Canali é Master Practitioner em PNL, 
Coach Pessoal e Designer de Vida, Yoga Coach, 
Personal Yoga Trainer. Formado em Telecomunicações; 
é Bacharel em Comunicação Social e Designer Gráfico, Editorial e Web, 
com diversas extensões e formações em Yoga, Coach e PNL. Espiritualista, 
pensador e místico focado nas questões universais e em todos os valores que 
envolvam a melhoria do planeta, a elevação do nível de consciência, a autorrealização e promovam a fraternidade e as corretas relações entre os homens.

Em seu afã, parecem, para sua segurança, não poder prescindir de uma “etiqueta”, uma “tag”, um "rótulo", que os tornasse "autênticos". Porém tanto os “profissionais” desta área, quanto os que buscam seus serviços e orientações, esquecem que neste setor, não é somente o número de cursos, ou mesmo horas de estudo que contam, e sim, o grau de despertamento interior, o desenvolvimento de determinadas capacidades, o contato e alinhamento com a Alma, e acima de tudo o desenvolvimento da virtude do discernimento, que lhes permita entender o universo espiritual e os capacitem a prestar “serviço” verdadeiro onde identifiquem uma “necessidade” real —e na maioria das vezes de forma silenciosa e anônima.

Maurizzio Canali

Profissional de Marketing e Design.
Instrutor de Yoga, Meditação e Yogaterapia — com foco no Raja, Agni e Satyandna Yoga — Bihar School of Índia. Fez formações com Horivaldo Gomes, em Yoga Integral, na Associação Nacional de Yoga Integral; com Marcos Shultz, Curso de Formação e Aprofundamento em Yoga; com Paulo Baeta, Imersão em Iyengar Yoga; e diversos outros cursos e workshops, com Maitreyi Devi, do Asharam de Satyananda Saraswati, com o Monge Gabriel (Bhante Ngawang Tenphel), um jovem brasileiro que tomou os votos de monge e está estudando na Índia, em mosteiros do Budismo Tibetano, há mais de cinco anos; com Dharmanidhi Saraswati, uma imersão, de três meses, com cursos e retiros, no Tantra Yoga Tradicional, entre outros.

Coach de Vida e de Carreira e Pratitioner em PNL. Aluno e "discípulo" de Arline Davis — americana radicada no Brasil há 21 anos, Master Trainer internacional em PNL. Assistente nos cursos da NLP University, em Santa Cruz, CA. Membro da Global Training Community of NLP. Coach com Certificação Internacional. Desde 2009 Arline Davis forma parte do conselho diretivo do ICI.

Tarólogo — Tarot (com uma leitura apoiada sobre a psicologia Junguiana) e Baralho Cigano, como instrumentos de acesso a zonas da consciência do consulente. Estudou Astrologia com Pedro Tornaghi.
Orientador Espiritual.

Kriyaban — membro de Self-Realization Fellowship, desde 1978.
Um Buscador das “Verdades Eternas” através dos pontos de vista da Teosofia, do Rosacrucianismo, do Sufismo e do Yoga, pautado nos ensinamentos de Mestre Djwal Khul, de Saint Germain, Paramahansa Yogananda e Satyananda Saraswati. Tem seus estudos e práticas espirituais como meios de autorrealização.

Formou-se em Telecomunicações pelo Centro Federal de Educação Técnológica Celso Suckow da Fonseca — CEFET-RJ — no Rio, porém exerceu a profissão durante pouco tempo, para dedicar-se a Comunicação Social, graduando-se na UERJ. Tem sólida experiência, com mais de quinze anos de atuação nas áreas de Comunicação, Marketing, Produto e Planejamento Estratégico, em empresas fonográficas, sendo responsável pelo planejamento de ações integradas de comunicação e marketing; experiência em Marketing Cultural; implantação e desenvolvimento de planos, programas e projetos; além de coordenação editorial das mais variadas publicações, como Diretor de Arte e Produto, em editoras de livros.

Além de Instrutor de Yoga é Designer e tem em seu currículo mais de 150 projetos gráfico-editoriais desenvolvidos para autores como Carlos Nejar, Olga Savary, Caio Fábio, Júlio Emílio Braz, Maria Helena Esteban, Cristina Fadul, Angelina Secco, Tatiana Belinky e Carlos Lessa, entre outros; além de diversos outros projetos promocionais, publicitários em outras áreas, além de sites e estampas de moda com sua assinatura.

Sobre o meu caminho
Falar pouco sobre sua vida e vivências espirituais, cultivando o "silêncio", é uma das Regras de Ouro do Caminho.  Porém, por vezes, partilhar passagens de nossa Busca pode ajudar outros aspirantes a colocarem, com mais decisão, seus pés no Caminho que conduz ao conhecimento de si mesmos — assim como o exemplo de outros buscadores foram e são úteis para mim, em minha Senda.

Tenho um vasto currículo profissional como Designer e Diretor de Arte, Comunicação e Marketing — e ainda uma formação em Telecomunicações —, e um longo caminho na Senda, que se inicia ainda em minha infância, que tornou o caminho espiritual a tônica de minha presente encarnação. 

É triste constatar que "espiritualidade" tenha se tornado um negócio — aliás, as grandes religiões colaboram muito com isto ao longo destes 2.000 anos.
De onde lanço meu olhar é alienígena a idéia de um "currículo espiritual" e, hoje, percebo entre os "esoteristas", uma ansiedade, uma necessidade, de exibir um vasto “currículo espiritual” — porém feito de cursos, workshops, vivências, quando tudo isto são somente espectos exotéricos e não verdadeiramente esotéricos do Caminho. 

Até porque simplesmente ter estado num curso ou workshop que você acho lindo, não te faz um ser melhor e não te qualifica em nada, se você não coloca diariamente aqueles ensinamentos em prática. A espiritualidade sem "ação" é uma fantasia.

Embora tenha uma grande vivência real que em minha busca me conduziram numa escala crescente, que se iniciou na Teosofia e levou-me a estudar profundamente o Espiritismo, o Candomblé, a Umbanda, o Rosacrucianismo — através das escolas Antiqua e de Max Heindel —, o Sufismo, o Budismo Esotérico, e a filiar-em a poucas Ordens Esotéricas Iniciáticas, a movimentos como o AYAM, e a Ponte para a Liberdade, além do estudo sistemático do Yoga, através dos ensinamentos de Paramahansa Yogananda e Satyananda Saraswati, principalmente, não é possível para mim autorrotular-me disto ou daquilo. Na verdade, sigo O CAMINHO. 

Sou Tudo e sou Nada, neste aspecto — e, que fique claro, embora estude e conheça várias linhas de autoaprimoramento, tenho o meu Sadhana pessoal, minha orientação, meu Caminho. Não é prudente misturar-se diversas tradições, ensinamentos, práticas, como se tudo fosse o mesmo, e ao mesmo tempo. Todos os caminhos conduzem a um mesmo ponto, porém você tem de optar por um, e ser devotado a ele. Do contrário o risco de andar em círculos é muito grande. 

Há um momento na senda de todo buscador no qual, seja qual for a estrada trilhada, ele chega ao “Caminho” — como todos os rios desembocam em outros rios, se afluentes, e estes no “Mar”.

E este Caminho ou Senda, já não é mais propriedade de nenhuma Escola, Fraternidade, Agremiação ou Religião. Neste momento o buscador — seja um aspirante, probacionista ou discípulo — pode pertencer a todas ou nenhuma organização externamente, pois tem contribuições importantes a dar a cada uma e a seus membros. Porém, internamente, sabe e segue um caminho particular, está em contato com o único e verdadeiro Mestre Interior — aquele, cujo conhecimento, os ensinamentos de todas as Escolas e Mestres, tentam despertar em nós.




Certa vez um senhor, ao sair de uma palestra, me perguntou se eu era “Mestre em alguma coisa”(???), pois ele era “Mestre” em algumas Fraternidades, e tinha “graus” e os diplomas que comprovavam os “graus conquistados”. Tentei entender exatamente o que perguntava e respondi: “não, meu amigo, sou um Buscador”.






















Hoje, sou um misto de minha bagagem e experiência pessoal e do pensamento de diversos outros autores e Escolas que me influenciaram e influenciam grandemente, como Krishnamurti, Taimni, Saint Germain, Thomas Merton, Einstein, Jung, Vivekananda, Satyananda Saraswati, Sufi Inayt Khan, Jorge Adoum, Max Heindel, Alexandra David Neel, Lama Anagarika Govinda, Paramahansa Yogananda, Patanjali, Blavatsky, D.K, Alice Bailey, Vicente B. Anglada, Osho, Marcos Shultz e tantos outros. Uma pessoa em particular teve muita importância em minha formação espiritual e humana: Xênia Bier. 

O Camdomblé desvelou-se para mim, assim como o Tantra, com o qual tem muita similaridade, uma escola e uma religião de muita beleza. Por caminhos místicos, fui levado à iniciação — um retorno às raízes primais da espiritualidade, num contato íntimo com o Self, com a ancestralidade espiritual, e com os arquétipos, até então, ocultos em meu inconsciente. E tive a ventura de descobrir que o Candomblé em seu seio esconde um caminho iniciático muito profundo, cifrado, como no Tarot, em símbolos, práticas e ritos para que fosse preservado para a posteridade, para aqueles que, como maior clareza espiritual, elevá-lo a uma outra oitava. 

Alguns, que não compreendem a unidade que se oculta por trás desta aparente diversidade, podem supor que estes ensinamentos conflitam uns com os outros, porém a verdade é bem outra. Qualquer Junguiano que tenha acesso a esta cultura por dentro ficaria surpreso e encantado ao ver quantos elementos desta psicologia estão ocultos nos ritos desta Religião verdadeiramente brasileira.

Hoje meu caminho é basicamente o da meditação — meditação ocultista. A meditação é o ponto de interseção de todos os caminhos espirituais.


A Maestria não é um estado estático, que uma vez obtida te cristaliza ali. Maestria é um processo. Não pode ser obtida através do simples contato com Fraternidades ou Organizações Espiritualistas. È um processo dinâmico, é um estado de constante conquista — através da ampliação de nossa percepção e, consequentemente, de nossa consciência, da integração dos diversos níveis do Ser — dos vários aspectos de nossa natureza divina. 

Porém, cada degrau conquistado é somente o que nos permite dar o passo seguinte. Mesmo Aquele que chamamos de Deus, em nosso sistema solar, está evoluindo.

Sou um eterno e apaixonado buscador das coisas espirituais, com as naturais perfeições e imperfeições humanas. Recuso sistematicamente os “pedestais”, nos quais vez por outra, quiseram me aprisionar. Pedestais, títulos e rótulos nos colocam — nos grupos restritos com os quais nos identificamos —, socialmente “acima” dos outros e nos dão uma “certa autoridade e respeito ante o grupo”, mas, por outro lado, nos engessam, nos imobilizam, nos privam da liberdade de ser, experimentar e experenciar. E sem esta liberdade de espírito, nenhum desenvolvimento real é possível.

Serei sempre um livre pensador, um proscrito que não é, em si, um modelo a ser seguido, mas talvez uma inspiração — uma referência, em meu amor e sede pelas coisas do espírito. 


Sejam felizes todos os seres. 
Vivam em paz todos os seres.
Sejam abençoados todos os seres.

sábado, 11 de setembro de 2010

Carl Orff: Carmina Burana

O fogo sagrado
acende a alma da gente
- beleza realiza.

.
.

UC Davis Symphony & Chorus: Mozart & Haydn

A vida maravilhosa
em cada acorde desfila
- belo modo de ser.

Beethoven: Symphony No. 9; Handel: Organ Concerto





Sejam felizes todos os seres.
Vivam em paz todos os seres.
Sejam abençoados todos os seres.

MAPAS HIPERBÓLICOS DA INTERNET

Mapas hiperbólicos mostram a internet como você nunca viu antes
Atlas hiperbólico da internet. O mapa hiperbólico da internet é semelhante a uma rede sintética einsteiniana, vista no segundo mapa, abaixo.[Imagem: Boguna et al./Nature]


Mapas hiperbólicos mostram a internet como você nunca viu

Redação do Site Inovação Tecnológica - 09/09/2010
Coordenadas da internet
Um grupo internacional de cientistas criou uma nova técnica para traçar mapas que mostrem as coordenadas da internet.
Para Marián Boguñá e seus colegas da Universidade de Barcelona, os mapas refletem as diferentes conexões que formam a rede, o que permite simplificar os protocolos de transferência de informações usados hoje, sobretudo para aumentar sua eficiência.
O mapa hiperbólico é capaz de representar as redes principais que formam a arquitetura da internet, normalmente administradas pelas grandes empresas de telecomunicações ou por provedores.
Em vez de usar o espaço euclidiano tradicional, o mapa representa um hemisfério em um plano circular, onde cada elemento é desenhado com dimensões menores conforme se afasta do centro. Assim, nenhum dado ficará fora do espaço hiperbólico, por mais insignificante que seja, porque ele será sempre menor do que a distância que falta para chegar à borda do círculo.
Atualmente existem aproximadamente 24.000 sistemas dessa categoria, interligados por cerca de 60.000 conexões, em uma estrutura muito complexa, mas capaz de se auto-organizar.
Cada ponto no mapa representa um sistema autônomo. Os maiores contêm até mesmo a identificação da empresa à qual pertencem. Na parte externa está o nome dos países, com um tamanho de letra proporcional ao número de sistemas lá existentes. Cada país está localizado em uma posição média com relação ao número de sistemas autônomos que possui. Como se pode ver, os países com maior número de sistemas mais autônomos são os Estados Unidos, Reino Unido e Rússia.
Mapas hiperbólicos mostram a internet como você nunca viu antes
Rede sintética no Modelo Einsteiniano. A rede modelada ilustra a conexão entre a geometria hiperbólica e a topologia de redes complexas sem escala. [Imagem: Boguna et al./Nature]
 
Espaço hiperbólico
"Estes mapas foram obtidos a partir de um modelo da rede em um espaço hiperbólico, de modo que, se dois nós estão próximos um do outro neste espaço, é muito mais provável que eles estejam interligados na rede real," explica Boguñá.
Por outro lado, "ao comparar as informações dos países onde estão localizados esses sistemas autônomos com as suas coordenadas no mapa, você pode ver que existem comunidades virtuais estreitamente relacionados, que refletem sua situação geopolítica no mundo," acrescenta o pesquisador.
Especialistas estimam que o protocolo atual de transferência de informações da Internet pode não suportar outra década na atual taxa de crescimento: 2.400 sistemas autônomos acrescidos à rede a cada ano.
Mapas hiperbólicos mostram a internet como você nunca viu antes
Mapa hiperbólico dos sistemas-chave da internet. O crescimento exponencial do número de pessoas no piso hiperbólico ilustra a expansão exponencial do espaço hiperbólico. Todas as pessoas têm o mesmo tamanho hiperbólico. [Imagem: Boguna et al./Nature]
Rede dinâmica
Hoje, para transmitir informações entre dois computadores localizados em sistemas autônomos diferentes, todos os sistemas devem ter informações completas sobre todas as rotas entre todos os possíveis destinatários.
Como a Internet é uma rede dinâmica, sempre que ocorre uma mudança, o sistema deve recalcular todas as rotas afetadas por esta mudança, um processo de cálculo que leva cada vez mais tempo.
"Com o mapa que criamos, para determinar a melhor rota para as informações, você só tem que conhecer as coordenadas dos vizinhos mais próximos e determinar qual delas minimiza a distância até o ponto de destino," explica Boguñá, que acredita ser viável a adoção dos seus mapas hiperbólicos para a administração real da internet.


Bibliografia:

Sustaining the Internet with hyperbolic mapping
Marián Boguñá, Fragkiskos Papadopoulos, Dmitri Krioukov
Nature
07 September 2010
Vol.: Nature Communications
DOI: 10.1038/ncomms1063
Fonte:
INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=mapas-hiperbolicos-internet&id=010150100909&ebol=sim
Sejam felizes todos os seres. 
Vivam em paz todos os seres. 
Sejam abençoados todos os seres.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O SEGREDO DA FLOR DE OURO - C.G.JUNG

 

O SEGREDO DA FLOR DE OURO
       UM LIVRO DE VIDA CHINÊS
 
   C.G.Jung / R.Wilhelm

      Tradução de
 Dora Ferreira da Silva  e Maria Luiza Appy

5  . A REALIZAÇÂO  ( PLENIFICAÇÃO)


O conhecimento que se tem do espírito oriental pode ser considerado como
a expressão simbólica do relacionamento com o estranho em nós mesmos.
seria uma tolice completa renegar nossas bases históricas, sem falar no perigo de que seria este o melhor modo de provocar um novo desenraizamento. Apenas nos mantendo com firmeza na própria terra, poderemos assimilar o espírito do Oriente.

Diz GU DE: “As pessoas mundanas perderam as raízes e se atêm às copas das árvores”, referindo-se aos que não sabem onde estão as verdadeiras fontes da força secreta. O espírito do Oriente nasceu da terra amarela, e assim o nosso espírito pode e deve nascer da nossa própria terra. É este o motivo pelo qual eu me acerco destes problemas de um modo que me valeu muitas vezes a censura de “ psicologismo”. Se por isso se entendesse “psicologia”, sentir-me-ia lisonjeado, uma vez que é meu intuito afastar decididamente a pretensão metafísica de todos os ensinamentos secretos; o desejo oculto de obter poder através das palavras não suporta a ignorância profunda que deveríamos ter a modéstia de reconhecer.

Deliberadamente, faço o possível para trazer à luz da compreensão psicológica certas coisas que soam de um modo metafísico, a fim de evitar que as pessoas acreditem em obscuras palavras de poder. Todo cristão convicto deve crer, porque assumiu tal dever. Mas quem não o é, perdeu por sua própria culpa a graça da fé. (Talvez tenha sido condenado a não crer desde que nasceu , para somente poder saber). E não deve também acreditar em algo diferente. É impossível compreender metafísicamente , mas tão-só psicologicamente. Assim ,pois , dispo as coisas de seu aspecto  metafísico, para torná-las objeto da psicologia .

Desse modo pelo menos consigo  extrair delas algo de compreensível para integrá-lo captando o fato e processos psicológicos anteriormente ocultos em símbolos que ultrapassam minha compreensão. Dessa forma. posso percorrer um caminho semelhante ao da fé, tendo experiências similares, e se houver no fundo de tudo isso algo de inefavelmente metafísico, é a melhor ocasião para que se revele.

Minha admiração pelos grandes filósofos do Oriente é tão indubitável, quanto irreverente minha posição relativamente à sua metafísica. Suspeito de que fazem uma psicologia simbólica e seria um erro, portanto, tomá-los literalmente. Se se tratasse de metafísica, tal como pretendem, nada seria mais inútil do que tentar compreendê-los , Tratando-se porém de psicologia, não só poderemos compreendê-los, como também tiraremos um grande proveito disso, porquanto essa assim chamada “ metafísica” tornar-se-á experimental . Se aceito que Deus é absoluto, ultrapassando qualquer possibilidade de experiência humana, isto me deixa indiferente. Não atuo sobre ele, nem sobre mim. Mas se, pelo contrário, sei que é um poderoso impulso da minha alma, posso tratar com ele; tornar-se-á importante, talvez de modo desagradável, na prática (por mais banal que isto possa soar), como tudo aquilo que se manifesta na  esfera do real.

A palavra depreciativa “psicologismo”  atinge apenas os tolos que julgam ter a alma no bolso. É verdade que há uma multidão deles, pois a desvalorização  de tudo o que diz respeito às “coisas anímicas” constitui um procedimento  tipicamente ocidental, por mais grandiloquentes que sejam as referências à “ alma”. Quando emprego a expressão “complexo anímico autônomo”, meu público já tem um preconceito formado: “ nada mais do que um complexo anímico” . Mas como se pode estar tão seguro de que a alma “ não é mais do que”? Tudo se passa como se as mencionadas pessoas não soubessem, ou então se esquecessem de que tudo aquilo que se torna consciente é imagem e de que  imagem é alma.  Julgam depreciativo considerar Deus como o movido e o move no âmbito da alma, como um “ complexo autônomo”, e  no entanto são inválidos por afetos incontroláveis e por estados neuróticos, diante dos quais toda  a sua vontade e sabedoria fracassam de modo lamentável. Será isso a prova da impotência da alma?

Dever-se-á acusar Mestre ECKART de “psicologismo” por ter dito:
     Deus deve nascer sempre de novo em nossa alma?”

Na minha opinião deve-se acusar de “psicologismo” ao intelecto que nega a natureza verídica do complexo autônomo, procurando explicá-lo racionalisticamente  como uma conseqüência de fatos conhecidos, isto é, como algo de derivado. Este juízo é tão arrogante quanto a posição “metafísica” que confia a uma divindade, que ultrapassa os limites do humano e de toda experiência, a responsabilidade de nossos estados anímicos.  O psicologismo é simplesmente a contrapartida do abuso metafísico, e tão infantil quanto ele. Parece-me, portanto, mais razoável atribuir à alma a mesma validez que ao mundo no qual o eu está contido.
Talvez haja peixes que acreditem conter o mar. Devemos livrar-nos dessa ilusão comum, se quisermos considerar as afirmações  metafísicas de um ponto de vista psicológico.

A idéia do “corpo diamantino”, do corpo-alento incorruptível que nasce na flor de ouro, ou no espaço da polegada quadrada, é uma dessas afirmações metafísicas. Esse corpo é, como os demais, um símbolo de um fato psicológico muito importante, o qual, por ser objetivo, aparece primeiramente projetado em formas através de experiências da vida biológica: fruto, embrião,criança, corpo vivente, etc. Tal fato pode expressar-se  melhor pelas palavras:
     “ Não sou eu que vivo, mas sou vivido”.


A ilusão de preponderância consciente faz-me acreditar que sou eu quem vive. Mas se esta ilusão for abalada pelo reconhecimento do fator inconsciente, este último aparece então como algo de objetivo, no qual o eu está incluso; tal atitude é um pouco semelhante à do homem primitivo, que considera seu filho a garantia da continuação de sua própria vida; sentimento que pode revestir-se de aspectos grotescos, como no caso do velho negro que, indignado com a desobediência do filho, exclamou:
 “Aí está ele, com meu corpo, e nem sequer me obedece!”

Trata-se de uma mudança do sentimento interno, semelhante à que experimenta um pai, cujo filho nasceu; mudança que conhecemos através do testemunho do apóstolo Paulo: “ Não sou eu que mais que vive, mas é  Cristo que vive em mim”

O símbolo “Cristo, como  “filho do Homem” , é uma experiência psíquica análoga à de um  ser espiritual mais alto que nasce do indivíduo, corpo pneumático que nos servirá de morada futura. Na expressão de Paulo, esse corpo cobre-nos como uma veste ( “vós que vos revestistes de Cristo”) . Naturalmente, é sempre muito problemático exprimir em termos intelectuais sentimentos sutis que são, no entanto, muito importantes para a vida e o bem-estar do indivíduo.

Em certo sentido, trata-se de sentir que somos “substituídos”, sem ser “destituídos”. É como se o rumo dos assuntos da vida se deslocasse em
Direção a um lugar central e invisível. A metáfora de NIETZSCHE: “livre na mais amorosa das prisões “, caberia muito bem aqui. A linguagem religiosa é rica de imagens que exprimem esta livre dependência, esta calma aceitação.

Vejo nesta experiência impressionante uma conseqüência do desprendimento da consciência, graças ao qual o “eu vivo” subjetivo se transforma no objetivo “sou vivido”. Esta situação é realmente como que um libertar-se da compulsão e da responsabilidade absurdas, que são conseqüências  inevitáveis da participation mystique. Este é também o sentimento de reconciliação com tudo o que acontece, pois segundo o Hai Ming Ging, o olhar daquele que atinge a realização ou plenificação se volta para o esplendor da natureza.

No símbolo paulino de Cristo, as experiências supremas do Ocidente e do Oriente se tocam: Cristo, o herói carregado de dores e a Flor de Ouro que floresce na sala púrpura da cidade de jade.Que contraste! Que diferença impensável, que abismo da História! Problema digno de coroar a obra de um futuro psicólogo!

Ao lado dos grandes problemas religiosos do presente há um, tão pequeno quanto esquecido: o do progresso do espírito religioso. Para discuti-lo, teremos de ressaltar a diferença entre Oriente e Ocidente, quanto ao modo de tratar a “jóia”, isto é, o símbolo central. O Ocidente enfatiza a encarnação humana, a personalidade e historicidade do Cristo, ao passo que no Oriente se diz: “sem começo, sem fim, sem passado, sem futuro”.



O Cristo subordina-se à pessoa  divina e superior, à espera de sua graça; mas o oriental sabe que a redenção depende de sua própria obra. O Tão em sua totalidade cresce a partir do indivíduo. A imitatio Christi tem esta desvantagem: ao longo do caminho cultuamos, como um exemplo divino, um homem que encarnou o sentido mais profundo da vida e, presos a esta imitação, esquecemos de realizar nosso mais alto sentido.  Mas não é de todo inconveniente renunciar ao próprio sentido. Se Jesus o tivesse feito, provavelmente ter-se-ia tornado um carpinteiro respeitável, e não um religioso rebelde que, provavelmente, sofreria hoje o mesmo que sofreu em sua época.

A imitação de Cristo poderia muito bem ser compreendida em seu sentido mais profundo como a obrigação de realizar, com a mesma coragem e o mesmo auto-sacrifício de Jesus, a convicção mais autêntica e essencial da própria vida. Felizmente nem todos têm a missão de serem condutores da humanidade, ou grandes rebeldes; dessa forma, cada um poderá realizar-se a seu modo. Tal honestidade poderia mesmo construir um ideal. Já que  as grandes novidades sempre começam nos lugares mais improváveis, o fato de que as pessoas não se envergonhem, atualmente, tanto a sua nudez quanto há tempos atrás, pode significar o começo de se assumirem corajosamente, tais como são. Isto será talvez o ponto de partida do reconhecimento crescente de muitas coisas que já foram tabus, pois a realidade da terra não permanecerá velada para sempre, como as  “virgines velandae” de TERTULIANO.

O desmascaramento moral é um passo a mais na mesma direção e se atinge a realidade ao confessar-se alguém ser quem é. Se o fizer de um modo carente de significado, é um tolo desajeitado. Mas se compreender o sentido do que está fazendo, tornar-se-á um homem superior e apesar do sofrimento realizará o símbolo de Cristo. Já se observou muitas vezes que tabus puramente concretos ou ritos mágicos, numa primeira etapa religiosa, se tornaram na seguinte uma questão anímica, ou então símbolos puramente espirituais. Uma lei externa torna-se no decurso do tempo uma convicção interna. Pode ser que o homem  protestante, o qual ainda vive a pessoa de Jesus no âmbito da História, passe a vive-lo como o homem superior que o habita. 

Desse modo, se alcançaria de um modo europeu o estado psicológico que corresponde ao Iluminado, na concepção oriental.

Tudo isso representa um degrau no processo de desenvolvimento de uma consciência mais alta da humanidade, que se encontra a caminho de metas desconhecidas, e não metafísicas em sentido usual. Antes de tudo, nessa extensão, trata-se apenas de “psicologia”, mas também nessa mesma extensão trata-se de algo experimentável, compreensível e – graças a Deus – real, de uma realidade com a qual podemos tratar, viva e rica de pressentimentos.

O fato de que eu me contente com o que é com o que é psiquicamente experimentável e rejeite o metafísico não implica , como qualquer pessoa inteligente poderá compreender, um gesto de ceticismo ou de agnosticismo dirigido contra a fé e a confiança em poderes mais altos, mas significa aproximadamente o que KANT pretendeu dizer, referindo-se á “ coisa em si”, ao  designá-la como um “conceito-limite  meramente negativo” . 

Dever-se-ia evitar qualquer afirmação acerca do transcendental, uma vez que isso representa apenas uma presunção ridícula de um espírito humano inconsciente de suas limitações. Portanto, ao designar-se Deus ou o Tão como um impulso ou estado da alma, com isso só se diz algo sobre o cognoscível, e nada sobre o incognoscível; acerca deste último, até agora, nada foi descoberto.
                                             
6 CONCLUSÃO

A finalidade deste comentário é a tentativa de estabelecer a ponte de uma compreensão, íntima e anímica entre Ocidente e Oriente. A base de toda a compreensão verdadeira é o homem e por isso tive que falar de coisas humanas. Que me perdoem, portanto, por ter tratado apenas dos  aspectos gerais, sem entrar em detalhes técnicos.  

As instruções técnicas são preciosas para os que sabem o que é uma máquina fotográfica, ou  um motor a gasolina, mas são totalmente inúteis para quem não os conheça. O homem ocidental – e é para ele que escrevo -, se acha nesta situação. Achei, por este motivo , preferível ressaltar , acima de tudo, a concordância entre estados psíquicos e o caminho que conduz às câmaras interiores do espírito oriental, caminho este que não pede o sacrifício de nossa própria maneira de ser. Isto sim, seria uma ameaça de desenraizamento. 

Mas essas analogias também não são um telescópio ou microscópio intelectuais, que abrissem uma perspectiva indiferente, pelo fato de nada representarem de fundamental. Trata-se do caminho do sofrimento, busca e luta, comum a todos os povos civilizados; trata-se da tremenda experiência da natureza de tornar-se consciente, outorgada à humanidade, e que une as culturas mais distantes numa tarefa comum.

A consciência ocidental não é a única forma existente de consciência; ela é condicionada histórica e geograficamente, e só representa uma parcela da humanidade. A ampliação de nossa consciência não deve se processar à custa de outras formas de consciência, mas deve proceder do desenvolvimento daqueles elementos de nossa psique, análogos aos da psique estrangeira. Do mesmo modo, o  Oriente não pode abster-se de nossa técnica, ciência e indústria.  A invasão européia do Oriente foi um ato de violência em grande escala e nos legou – “noblesse oblige” – a obrigação de compreender o espírito do Oriente. Isto é talvez mais importante para nós do que parecemos presentir.

 
(páginas; 62 até a 67 )
 Fonte:
EDITORA VOZES
11 Edição -Petrópolis - 2001
 Sejam felizes todos os seres
Vivam em paz todos os seres. 
Sejam abençoados todos os seres.

Mozart's Great Mass - Alice Millar Chapel Choir and NUSO-65m.


Mozart - Great Mass In C Minor, K 427

 



Descrição

English: Page 2 of Mozart's autograph of his Great Mass in C minor,
 K. 427 (K.417a).
Data 1782/1783
Origem Deutsche Staatsbibliothek Berlin (Berlin State Library)
 via http://dme.mozarteum.at/DME/objs/ed/ucb02_9_-10.jpg
Autor Wolfgang Amadeus Mozart

C Minor Mass

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                                                        Sobre C Minor Mass

                                                          Sobre C Minor Mass


EmA Grande Missa n º 17 em C menor, K. 427 (417), de Wolfgang Amadeus Mozart, composta entre 1782 e 1783, e estreou em Salzburgo em 26 de Outubro desse ano.

História 

A estreia teve lugar no mosteiro beneditino de San Pedro, e não na Catedral de Salzburgo, por causa do mau relacionamento Mozart teve com o Príncipe-Arcebispo de Salzburgo, Hieronymus Colloredo Conde, que tinha trabalhado para e com quem teve quebrada em 1781, cansado da atitude despótica com que ele foi. No entanto, Mozart não ficou convencido do arcebispo vai assinar a sua carta de renúncia, que ele se tornou um vassalo fugiram condições inseguras na Europa do Antigo Regime (em algumas das letras de Mozart a seu pai, o compositor expressa seu medo ser preso pelo arcebispo). Neste contexto, era impensável para interpretar seu trabalho na catedral, uma vez que não iria deixá-lo, ou seria uma provocação. No entanto, o mosteiro beneditino de São Pedro foi uma instituição que não estava sob a jurisdição do Príncipe, e pai de Mozart, Leopold Mozart, manteve excelentes relações com ela. Portanto, era o lugar ideal para realizar a estréia.


Mozart compôs sua própria iniciativa (no caso da primeira missa, ele compôs sem recorrer a uma ordem) como um voto para o seu recente casamento com Constanze Weber (também solista soprano cantou na estréia). Note-se a influência de ex-professores no norte da Alemanha como Johann Sebastian Bach e Georg Friedrich Handel.
É considerada uma das maiores obras de música sacra ocidental, com o seu Requiem, que escreveu sete anos depois.


A Grande Missa em C menor inacabado. Falta de implementação de algumas passagens, especialmente o Credo em unum Deum e Et incarnatus est Além disso, o Sanctus Hosana define a pontuação, como mostrado no vôo para quatro vozes e orquestra, mas a escrita instrumental mostra que precisamos de um segundo coro a quatro vozes. Além disso, o Credo é incompleta (só até a compor versos incarnatus est >.). Além disso, perdendo completamente o Agnus Dei.


Hoje, nós tendemos a acreditar que Mozart estava em Salzburgo, com o trabalho neste estado, e liberá-lo para os vazios preenchidos com fragmentos de algumas de suas missas anteriores. É possível que Mozart Agnus Dei recorrer a algum composto por ele antes, mas não podemos descartar a hipótese de que Mozart realmente terminou esta Missa durante a sua estadia em Salzburgo, antes de abrir o dia, e então, essa nova pontuação com as partes desaparecidas foram perdidas.


Especial interpretativo

 Quanto à interpretação, atualmente dirige o mestre que você pode completar a instrumentação necessária, uma tarefa que aquele que conhece a linguagem de Mozart pode ser feito. Quanto à Agnus Dei, o director pode aprovar uma resolução apoiada pela tradição clássica: a adaptação da música do Kyrie eleison com as palavras do Agnus Dei, fechando missa com a recapitulação da primeira parte (como era para competir o Requiem de Mozart), ou simplesmente não interpretar o Agnus Dei (como se em Mestre Bernstein você pode ouvir a versão abaixo, na proposta "Audition" para este artigo.)

 
Estrutura 

Kyrie (Andante moderato)
    
* Gloria
O Gloria in excelsis Deo (Allegro vivace) Laudamus te (aperto Allegro) agimus Gratias tibi (Adagio) Domine Deus (Allegro moderato) Qui Tollis peccata mundi (long) Quoniam Tu Solus Sanctus (Allegro) Jesu Christe Cum Spiritu Santo

    
* Creed
 

Credo in unum Deum (Allegro maestoso) Et est incarnatus (Andante)
    
* Sanctus 

 Sanctus (L) Osanna Benedictus (commodo Allegro)Características do trabalhoReferência

    
* K. 427 (K6 417).
Duração : Cerca de 65 minutos.
Instrumentação
    
* A flauta.
    
* 2 oboés.
    
* 2 fagotes.
    
* 2 chifres.(?)
    
* 3 trombones.
    
* Timbales
    
* Strings (o primeiro e segundo violinos, baixo alto, violoncelo, duas vezes).
    
* Corpo.
Local e data de lançamento
:
Salzburg, São Pedro, 26 out 1783.
# Discografia recomendada Berlin Philharmonic Orchestra:# Le Concert d'Astrée:Veja também Mozart ea Igreja Católica
    
* Catálogo Köchel da obra de Mozart.


ReferênciasAcima ou texto é Disponível soluço Licença Creative Commons Attribution-ShareAlike (creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0 /). Face material contido usar a Wikipedia fazer Em artigo "Grande Missa em C menor (Mozart)" (es.wikipedia.org / ... n_misa_en_do_menor_ (Mozart)).

 

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