quarta-feira, 1 de junho de 2011

SOBRE AS COMPULSÕES E O DISPOSITIVO PSICANALÍTICO



ARTIGOS

Sobre as compulsões e o dispositivo psicanalítico*
 
 
Jô Gondar
Psicanalista, professora adjunta do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais da UNI-Rio

RESUMO
O artigo se insere numa pesquisa mais ampla acerca das novas formas de padecimento psíquico que se apresentam na atualidade. Essas formas, que têm na compulsão uma figura-tipo, colocam em xeque a modalidade de escuta, de entendimento teórico e de intervenção clínica do psicanalista. Discutimos aqui os principais impasses trazidos por esses pacientes ao dispositivo psicanalítico, procurando nele apontar algumas possibilidades de abertura ou transformação.
Palavras-chave: compulsão, subjetividade, dispositivo psicanalítico.

Bartleby, o escriturário, personagem de uma famosa novela de Herman Melville, responde às ordens de seu chefe sempre com a mesma frase, pronunciada de forma calma e serena: "Preferiria não." Não faz nenhuma objeção às tarefas ou às regras do escritório; ele apenas as recusa, passiva e progressivamente. Prefere não executar as tarefas para as quais foi contratado, prefere não sair do escritório fora do horário de trabalho e, após levar todos à exasperação — a ponto de mudarem de endereço para impedir a sua presença — é conduzido à prisão, onde prefere não falar, não andar e não comer, recusando-se, no limite, a viver.

A despeito deste "não" que se repete e se alastra, Bartleby poderia ser descrito como um homem sem qualidades, ou, melhor, um homem que, no decorrer da história, despe-se progressivamente delas. Não aparece em seu "preferiria não" o colorido de um desejo, de uma fantasia ou de um conflito, capazes de situar esta recusa1 como afirmação de um território subjetivo. 

Na verdade, Bartleby parece vazio de subjetividade: uma figura de homem genérico e tão próximo de uma universalidade nua que sua recusa, na ausência de qualquer colorido desejante, só pode conduzi-lo à autodestruição, ao invés de tornar-se uma alternativa singular e viável.2
 
Qual a razão de introduzirmos a personagem de Melville num trabalho sobre as compulsões? Se Bartleby se recusa a agir, e se as compulsões são patologias do ato, não estaríamos incorrendo num contra-senso? Recomecemos então a partir de uma outra ilustração na qual o ato ocupa o primeiro plano para, em seguida, esclarecer em que medida os dois exemplos nos permitem avançar no debate sobre as compulsões. 
 
Num artigo publicado recentemente na Folha de S. Paulo, Slavoj Zizek comenta o caso da texana Andrea Yates, ocorrido em junho deste ano. Considerada mãe exemplar, a ponto de deixar seu emprego de enfermeira para dedicar-se exclusivamente aos filhos, e tendo colocado sua vida sempre a serviço dos outros, Andrea surpreende a todos com um ato terrível: num dia comum, após a saída de seu marido para o trabalho, ela enche a banheira e afoga uma a uma suas cinco crianças, entre seis meses e 7 anos — crianças que, muito provavelmente, a olhavam perplexas durante a metódica operação. Em seguida, ela chama a polícia e o marido, afirmando muito calmamente: "matei meus filhos". Não há muitas dúvidas de que se trata de uma passagem ao ato, e a hipótese de Zizek é a de que esse ato surgiria como resposta a um imperativo cujo cumprimento é impossível.

Não pretendemos discutir aqui a pertinência de uma hipótese sobre um processo subjetivo baseada meramente em informações jornalísticas, como ocorre no citado artigo. Para o que nos interessa, gostaríamos apenas de enfatizar a injunção que, segundo Zizek, estaria na raiz da passagem ao ato: "seja feliz e encontre sua realização dentro do inferno de sua casa, onde seus filhos a bombardeiam com exigências impossíveis de serem satisfeitas e onde todas as suas esperanças são frustradas" (ZIZEK, 2001). 

A hipótese é a de que a mãe se encontraria num impasse, num dilema decorrente da própria exigência de um gozo impossível. Diante desta, sua única saída foi a de destruir os seres que encarnariam a injunção cruel e obstinada, e a sua própria condição de maternidade. 
 
Nesses dois exemplos, um tirado da ficção e outro da vida real, o que há em comum é uma modalidade de recusa que não oferece lugar ao desejo. É verdade que em Bartleby esta recusa se dá sob a forma de uma quase petrificação, enquanto que na mãe ela conduz ao mover-se e ao agir. Em ambos os casos, contudo, há uma recusa a obedecer as injunções, mas realizada de forma vazia, estando ausentes os argumentos ou atos que poderiam efetivamente fazer objeção aos mandamentos. 

É como se diante de uma lei experimentada como imperativo categórico — imperativo que não leva em conta os prazeres, desejos e inclinações singulares — a resposta do indivíduo fosse uma recusa igualmente categórica, uma desobediência que conduziria, paradoxalmente, à obediência do imperativo, na imposição de manter o desejo fora do campo. Por esse motivo, os atos de desobediência desse tipo flertam continuamente com o abismo e a autodestruição.

Deleuze os chama de linhas de fuga suicidárias, devido à impossibilidade de se constituírem como uma alternativa real, para além da pura e cega recusa.
Pensamos que este modo de dizer não a uma lei experenciada como tirânica e inegociável se encontra presente naquilo que se convencionou chamar de "novos sintomas", ainda que possamos perguntar se eles são, de fato, tão novos assim.

À primeira vista, o que nos surpreende nesses distúrbios psíquicos — implicados na bulimia, anorexia, alcoolismo, toxicomania, fenômenos de pânico e disposições melancólicas — é a sua freqüência na cultura e, conseqüentemente, na clínica atual, a ponto de constituírem uma espécie de figura-tipo da contemporaneidade. E o que está em questão, nessa figura-tipo, é a esfera do ato. 

Em outros termos: trata-se de formas de padecimento que podem ser consideradas patologias do ato, tanto na sua vertente de inibição quanto na de realização.3 Por este motivo, o problema das compulsões ganha tanta importância na atualidade: nelas, a patologia do ato aparece em sua forma mais nítida. 
 
Com efeito, o sujeito contemporâneo poderia ser descrito como um sujeito compulsivo, sem que se possa situá-lo numa estrutura clínica definida. Sujeito? Com relação às compulsões, talvez fosse melhor falarmos em atos aos quais não se associa um sujeito capaz de por eles se responsabilizar ou se engajar em suas conseqüências. 

Ora, as compulsões 
não são um elemento novo na psicanálise. 

Mas até agora costumávamos tratá-las como fenômenos pontuais no funcionamento psíquico. O que é novo, o que nos surpreende, não é apenas o aumento da freqüência destes fenômenos, mas a abrangência que conquistam em alguns territórios subjetivos, cujos marcos se delineiam de forma bastante diversa da velha e boa histeria, para a qual o dispositivo psicanalítico foi criado.

Desse modo, as compulsões têm desafiado os psicanalistas e levado sua prática a um impasse, obrigando-os a repensar sua modalidade de escuta, de entendimento teórico e de intervenção clínica, obrigando-os, enfim, a reconstruir um dispositivo capaz de acolher e trabalhar essa forma de funcionamento psíquico. 

Tentaremos aqui mapear algumas dessas mudanças, a partir da hipótese que apresentamos — a compulsão como tentativa (ainda que fracassada) de dizer não ao imperativo superegóico. Antes, porém, a hipótese precisa ser explicada, e esclarecidos os elementos em jogo. Vamos então partir das compulsões, conforme foram teorizadas por Freud. 
 
Dissemos já que a compulsão não é um fenômeno novo na psicanálise. É sob dois modos principais que ela se apresenta na obra de Freud. Por um lado, a compulsão (Zwang, em alemão) remete diretamente à neurose obsessiva (Zwangneurose), ainda que, no interior desse quadro, ela apresente matizes. Nas explicações que Freud apresenta sobre essa neurose, compulsão não é simplesmente sinônimo de obsessão, mas diz respeito a uma peculiaridade de determinados sintomas obsessivos: trata-se de pensamentos ou atos que o sujeito realiza ainda que lhe pareçam um corpo estranho, pensamentos ou atos movidos por uma força irresistível contra a qual o sujeito gostaria de lutar.

A compulsão, nesse caso, resulta de um conflito psíquico e de uma luta subjetiva entre duas injunções opostas, estando o sujeito impossibilitado de escolher qualquer uma delas. Encurralado nessa hesitação exasperante, a resposta do sujeito é o ato compulsivo — Freud o considera uma compensação da dúvida — que se produz como uma espécie de "vazamento": a imagem aqui seria a do suco de uma fruta que, de tão espremido, acabaria escoando pelos cortes feitos na casca (HANNS, 1996). 
 
Mas a compulsão tem em Freud um outro sentido importante: Zwang alude também ao que há de mais radical na pulsão, isto é, sua irrefreável repetição. Mas, diferentemente dos atos compulsivos do neurótico obsessivo, a compulsão à repetição (Wiederholungszwang) não poderia ser encarada como o resultado de um conflito, motivo pelo qual não é necessariamente experenciada, por quem a sofre, como expressão de uma luta íntima. 

Trata-se, na verdade, de uma característica fundamental da própria pulsão, logicamente anterior ao estabelecimento de um conflito pulsional, ainda que essa anterioridade a torne o motor de todo conflito e de toda formação psíquica. Grosso modo, poderíamos caracterizar a compulsão à repetição como um impulso avassalador ao qual sucumbe o sujeito, que passa então a justificá-lo por contingências da atualidade: é como se ele tentasse organizar o impulso cego segundo os ditames de uma "cena", buscando conteúdos capazes de preencher uma forma vazia, autônoma, e, em última instância, irredutível aos seus próprios conflitos. 
 
Pensar as compulsões contemporâneas nos obrigaria a manter esse segundo sentido — já que o que as move é a repetição pulsional; em contrapartida, deveríamos distingui-las do primeiro: não se trata de idéias ou atos compulsivos, tais como se apresentam na neurose obsessiva. Tudo indica que, nesta última, a compulsão implica um caminho mais longo, envolvendo elementos psíquicos mais complexos: encontram-se em jogo dois mandamentos opostos — funcionando como ordem e contra-ordem — diante dos quais o indivíduo se vê num estado de hesitação, de dúvida, produzindo-se assim um intervalo de tempo no qual a compulsão não ocorre (AMORIM e SANT'ANNA, 1999). 

Por meio desta hesitação, o obsessivo relativiza a obediência cega ao mandamento, mantendo, ao mesmo tempo, a crença de que seria possível escolher simultaneamente a possibilidade a e a possibilidade b, ou, mais rigorosamente, que seria possível não escolher nem a nem b, para não ter que pagar o preço que se impõe a qualquer escolha. 

É justamente esse elemento de hesitação, 
fazendo obstáculo à obediência do mandamento, 
que se encontra ausente 
nas compulsões contemporâneas.

É como se fosse aí eliminado o intervalo de tempo que a dúvida impõe a este processo, produzindo-se então a compulsão por um caminho mais curto: à injunção impossível se segue diretamente, em resposta, a passagem ao ato (Idem). 
 
Quando falamos em realização pelo caminho mais curto, somos remetidos à pulsão de morte ou, mais exatamente à prática de um gozo destrutivo. O psicanalista que trabalha com compulsivos não demora a notar o quão fortemente se apresenta, nesses pacientes, a aliança entre o supereu e a pulsão de morte, redundando numa forma cruel de injunção superegóica: ao invés de funcionar como barreira a um gozo mortífero, o supereu o exigiria, desprezando por completo a esfera das inclinações subjetivas singulares.

Tal qual o imperativo categórico formulado por Kant, o mandamento do supereu ordenaria que o sujeito abdicasse de sua dimensão desejante, agindo única exclusivamente por dever. O que implica, em termos psicanalíticos, que o sujeito se coloca como objeto de gozo a serviço de uma lei cruel. Este carrasco íntimo é a grande personagem dos funcionamentos compulsivos.

O que queremos ressaltar, todavia, é que as compulsões não se reduzem a uma pura e simples obediência ao imperativo superegóico, que os compulsivos não são figuras da moral kantiana, e que o empuxo ao gozo não pode ser diretamente traduzível pelas ordens: coma, beba ou drogue-se. Pensamos, ao contrário, que os atos compulsivos são uma tentativa de fazer obstáculo ao cumprimento da injunção cruel, ainda que essa tentativa fracasse: há neles um lampejo de subjetivação que não chega a efetivar-se como afirmação de desejo. 
 
Quais são os impasses trazidos por esse modo de funcionamento ao dispositivo psicanalítico tradicional? Façamos aqui uma espécie de descrição clínica do paciente que apresenta patologias do ato, tentando apontar, a partir dela, algumas mudanças que se impõem ao dispositivo. 

Não é demais lembrar que se trata da descrição de uma figura-tipo, podendo ser matizada conforme as modalidades subjetivas singulares: raramente se verá uma configuração pura de "novos sintomas" sem que aí também se mesclem as formações sintomáticas mais conhecidas; caberá à acuidade do analista distinguir a lógica subjetiva predominante numa determinada situação. 
 
Uma das maiores dificuldades encontradas na clínica desses pacientes reside na relação que estabelecem com seus sintomas, tornando-os inacessíveis à interpretação. Em seu sentido clássico, um sintoma é uma formação de compromisso entre uma instância recalcada e uma instância recalcante, por meio da qual o inconsciente se expressa. 

O que significa dizer que esse sintoma fala, representando um sujeito e revelando algo sobre o seu desejo. Na situação analítica clássica, o paciente chegaria à análise queixando-se de seu sintoma; a partir disso poderia construir uma questão sobre si mesmo, endereçando-a ao analista. Com base nesta questão e neste endereçamento, seria possível formular-se, no campo transferencial, uma interpretação, produzindo-se uma verdade a respeito do desejo. 
 
Ora, toda essa lógica cai por terra diante dos modos contemporâneos de subjetivação. Em primeiro lugar, esses pacientes chegam ao consultório apresentando sintomas que não se endereçam a um Outro, nem como forma de se situarem subjetivamente, nem sob a forma de queixa — "a culpa é de meu pai ou de minha mãe", por exemplo –, nem sob a forma de pergunta dirigida ao analista. Raras vezes esses indivíduos, a partir de seus sintomas, se colocam em questão ou produzem associações. Tudo se passa como se seu sofrimento fosse da ordem de uma fatalidade que não inclui um outro, uma fatalidade que a eles se impinge sem matizes, como um monolito do qual eles pouco têm a dizer. 

Os discursos esvaziados de desejo são freqüentes, tanto faz que se expressem de maneira monocórdia ou, ao contrário, tonitruante — o forte colorido pulsional, neste último caso, não chega a definir um desejo, funcionando como uma espécie de linha monocórdia ao avesso. São discursos nos quais também se nota a ausência de um semelhante reconhecido enquanto tal, com o qual o paciente é capaz de identificar-se; trata-se, na verdade, de indivíduos com pouca disposição para a rivalidade, inveja ou competição, ou seja, indivíduos que não se encontram capturados pelos jogos de dualidade narcísica, pela lógica do "ou eu ou o outro".

Essa ausência de coordenadas imaginárias se ancora numa relação com a lei bastante singular, fomentando uma constante sensação de estranheza e de não-pertencimento, nem sempre claramente enunciada: uma das grandes fontes de sofrimento para esses pacientes reside no fato de sua própria realidade e a do mundo lhe parecerem profundamente discordantes, como se houvesse um hiato irredutível entre as regras que fazem o mundo funcionar e aquelas que organizam o seu próprio funcionamento (GONDAR, 1998). 
 
Os sintomas compulsivos não podem ser considerados simplesmente como manifestações do inconsciente ou formações de compromisso. Dificilmente poderíamos pensar que o ato compulsivo de beber ou drogar-se, por exemplo, estaria representando um sujeito, ou dizendo algo sobre um desejo inconsciente. Esses sintomas não se produzem a partir de uma operação de recalcamento, ou melhor, não consistem num retorno do recalcado; eles se formam por um caminho mais curto, no qual uma satisfação pulsional, com forte tonalidade destrutiva, se exerce mais diretamente. Por este motivo, estes sintomas resistem, como o azeite à água, à intervenção clássica da clínica psicanalítica — a interpretação. 

Lembremo-nos aqui das interpretações que Freud dirigia às suas histéricas: eram intervenções que procuravam revelar o sentido oculto de seus sintomas, apontando a verdade do desejo que por eles se expressava; as interpretações tinham por objetivo oferecer um pano de fundo fantasmático a partir do qual os sintomas poderiam ser situados no plano do sentido. 
 
Todavia, não existe um pano de fundo 
fantasmático a partir do qual se possa ler 
as compulsões — ou o pânico, ou as atuações 
que alguns denominam contra-fóbicas.

Na verdade, o que aí se encontra em falta é justamente essa tela protetora que articula as relações entre a subjetividade e o real. Faltam a fantasia e seus derivados — crenças, projetos, ilusões. Esses indivíduos apresentam uma falha brutal na dimensão do imaginário, expressando-se em todos os níveis: na fantasia, na constituição de um semelhante, na constituição da própria imagem corporal.

É como se o corpo fosse reduzido a uma matéria da qual eles são meros portadores, criando-se a necessidade de próteses de sustentação egóica, encontradas algumas vezes através de exercícios físicos ou de adereços que rasgam a pele. A ausência de fantasia os lança, sem mediação, diante de uma diferença absoluta: esses pacientes parecem se encontrar ante o olhar siderante de Gorgó, a Medusa, recebendo uma luz e uma lucidez capazes de levar à cegueira e à petrificação. 

Seria preciso um outro olhar que pudesse fazer barreira à sideração que os petrifica: o olhar do analista mostra-se, nesses casos, fundamental para promover uma costura do tecido esgarçado, favorecendo a construção de uma tela fantasmática e da própria imagem corporal — por esse motivo, não é recomendável indicar-lhes o divã. Diante de tal funcionamento, não é de se estranhar que as interpretações, comumente pautadas na desconstrução do imaginário, tornem-se aqui inoperantes, em sua tentativa de partir o que já está fragmentado, ou de desmontar aquilo que, ao contrário, precisaria ser construído. 
Mas existe uma outra esfera 
na qual a interpretação não surge 
apenas como ineficaz:ela se torna perigosa.

Com efeito, a falha no registro imaginário se articula à relação especial que esses indivíduos estabelecem com a lei. Para eles, a lei não pôde ser subjetivamente construída; ela se impõe sob moldes kafkianos, sem receber o revestimento imaginário que poderia lhe fornecer um sentido particular — o que ocorre, por exemplo, quando cremos que a lei é capaz de nos proteger, ou que podemos evitar as agruras do acaso se cumprimos de modo satisfatório as regras que ordenam as relações entre os homens. 

Não havendo uma subjetivação da lei, esta se apresenta ao indivíduo em toda a sua crueza e arbitrariedade: parece-lhe que aquilo que a lei proíbe é vetado em si mesmo, de forma violenta e inexplicável; do mesmo modo, parece-lhe que aquilo que a lei obriga se torna uma fatalidade inexorável. Em muitas situações, esses pacientes demonstram um excesso de lucidez: é como se incessantemente lhes fossem revelados a arbitrariedade e o sem-sentido da lei, impossibilitando qualquer ilusão de amparo ou garantia. 
 
Ora, a forma clássica da interpretação não apela simplesmente para a desconstrução do imaginário; ela se exerce sob a forma de um corte cuja lógica é a da lei da castração. Mas foi justamente esta que não pôde ser subjetivada por esses pacientes. 

A forma da lei por eles conhecida é a que se apresenta sob forma tirânica, cruel: a lei superegóica. Sendo assim, qualquer intervenção do analista que tome por fundamento a lei da castração será traduzida por esses indivíduos nos termos de uma outra lógica, aquela que os acossa: as interpretações funcionarão, nesse caso, como palavras persecutórias de ordem, fortalecendo o mandamento superegóico. 
 
Mas estando descartada a interpretação, que modalidade de intervenção clínica seria eficaz, no campo psicanalítico? Pensamos que na direção do tratamento dos pacientes compulsivos, algumas condições, mutuamente implicadas, são requeridas: o esvaziamento do imperativo superegóico, fonte propiciadora de seus sintomas; a constituição de uma esfera imaginária e fantasística; e, o mais importante, a assunção da dimensão desejante, comumente esmagada pelo supereu cruel. Neste ponto a sensibilidade clínica e a disposição para o risco, por parte do analista, são radicalmente convocadas: como criar as condições para que o desejo se afirme, quando não há desejo? 
 
Talvez seja preciso, antes de tudo, colocarmos em questão uma categoria que tem sido muito cara à psicanálise. Referimo-nos à categoria de sujeito. Pois ela, de fato, não nos permite avançar no entendimento e no tratamento das contemporâneas patologias do ato. Ao mantermos essa noção, o que mais poderíamos fazer senão admitir que estamos diante de sintomas nos quais, estranhamente, o sujeito não comparece, o desejo não comparece, e onde não há Outro?

Nesse caso, o psicanalista se veria numa situação sem saída, tornando-se muito difícil apontar uma direção de tratamento com relação a esses pacientes, que tampouco podem ser situados numa estrutura clínica definida. Porém, se as categorias circunscritas forem substituídas por noções mais móveis, processuais — como as de modos de subjetivação, por exemplo — aquilo que se apresentava como um impasse torna-se o próprio ponto de partida do tratamento.

Em outros termos: admitir que existem nas compulsões lampejos de subjetivação — algo bem distinto de postular que aí não há sujeito — implica admitir um campo subjetivo com maior extensão e plasticidade, a partir do qual podemos trabalhar, processualmente, na direção do desejo — sem desmerecer o nosso compromisso enquanto psicanalistas. 

Mais do que abandonar a idéia de sujeito
e seus derivados, trata-se de inseri-las 
num terreno mais vasto, capaz de abarcar 
diversas modulações possíveis de subjetivação. 
 
Retornemos então à hipótese que apresentamos sobre as novas formas de padecimento: dissemos que as compulsões seriam tentativas de dizer não ao imperativo superegóico, sem que, contudo, pudessem demarcar positivamente um território subjetivo. Por elas se expressaria um lampejo de subjetivação que não pôde configurar-se como afirmação de desejo. Contudo, ao valorizarmos as noções móveis e processuais, somos levados a reconhecer que, ainda que não haja desejo, existe aí um índice, uma fagulha, um lampejo desejante que serviria de apoio a um trabalho de construção, a partir do qual uma negação sem consistência poderia transmutar-se em afirmação.

Trabalho delicado, árduo, persistente: seria preciso inserir atritos num caminho liso, possibilitando o incremento de matizes, velamentos e ligações onde a satisfação pulsional costumava se exercer num circuito mais direto. Nesse caso, as tonalidades pulsionais — encaradas como parte de um processo de subjetivação — tornam-se a própria matéria a partir da qual se exerce um trabalho. 
 
Se trazemos as expressões pulsionais para o primeiro plano, considerando-as virtualidades desejantes, a escuta e as intervenções do analista precisarão expandir-se, mostrando-se distintas da mera escuta de palavras ou da produção de interpretações que inflam o supereu. Tornam-se extremamente importantes a esfera do olhar e da voz, agindo mais diretamente no campo pulsional. Da mesma maneira, é preciso que o analista esteja atento às modalidades expressivas do paciente, aos brilhos e sombras do olhar, às suas modulações de voz ou gestuais. Não para fornecer a elas uma interpretação, mas para discriminar através delas os momentos em que pequenas inflexões de desejo são capazes de se colocar em jogo. 
 
Sob que bases poderíamos compreender esses ínfimos movimentos desejantes? Neste ponto, devemos recorrer a outros campos de conhecimento nos quais essa experiência tem sido teorizada. O filósofo José Gil, dedicando-se à experiência estética (GIL, 1996), retoma de Leibniz a noção de "pequenas percepções", noção que, para ele, não se aplicaria apenas à apreensão de uma obra de arte, mas a todos os "fenômenos de limiar", aí incluindo-se a transferência analítica. 

As pequenas percepções nos permitiriam valorizar as intensidades que extrapolam o domínio significante, intensidades que se mostram presentes no tom e ritmo da voz, na expressão do rosto, no tônus e postura corporal, bem como em alguns ruídos que o indivíduo produz sem perceber. Ao trazer essa noção para a clínica psicanalítica, Eliana Schueler Reis (REIS, 2000), nos propõe que a "atenção flutuante" não se reduza à escuta, e que inclua também o que é percebido por um "olhar flutuante",4 capaz de apreender pequenos gestos e atos que não estariam indicando uma cena fantasmática ou uma representação recalcada; para aquém destas, eles seriam um índice de impressões que não se registraram como traços, mas que, todavia, buscam um caminho para se manifestar. 
 
Caberia ao analista valorizar esses "fenômenos de fronteira" como lampejos de subjetivação, apreendendo-os através das "pequenas percepções" que, para José Gil, implicam na dissolução da percepção costumeira, objetivadora. Trata-se, portanto, de levar ainda mais longe a atenção flutuante, envolvendo uma maior disposição do analista para abster-se da condição de sujeito, nela incluindo também o seu campo particular de percepções, normalmente selecionado segundo as significações que valoriza. 

Este refinamento perceptivo acolheria de modo mais pregnante os signos de subjetivação que ainda não instituíram como traço, signos que se manifestam através de imagens ou expressões fugidias, aparentemente inócuas, e dificilmente notadas pela percepção corrente. Sobre a base desses signos, todavia, poderiam ser construídas as relações transferenciais.
No tratamento dessas novas formas de padecimento, o campo transferencial seria convocado para propiciar um traçado de consistência aos lampejos de desejo, aqueles que o supereu não foi capaz de submeter de todo. É neste campo que as ínfimas manifestações desejantes podem encontrar uma possibilidade de expressão e de articulação, um reconhecimento e uma legitimidade. 
A legitimidade 
torna-se aqui uma questão essencial,
tratando-se de indivíduos que, alijados do direito 
ao desejo pelo imperativo superegóico, 
passam a desconhecer ou desmerecer, 
desde a raiz, suas próprias tentativas de exercê-lo. 

A fineza e delicadeza da escuta e do olhar buscariam, nesses casos, fazer ressoar e persistir os pequenos movimentos de subjetivação, fornecendo consistência ao desejar. O que aqui se coloca em pauta não é a desconstrução do dispositivo psicanalítico, mas a sua ampliação: seria preciso tornar mais finas e mais complexas as regras da associação livre e da atenção flutuante, bem como a proposta de abstenção do analista, a fim de que possam abarcar essas novas modalidades subjetivas. 
 
Contudo, tal ampliação do dispositivo não deixa de ter conseqüências políticas. Voltemos agora à personagem de Melville, o escriturário Bartleby: sua recusa é vazia, seu não às injunções é solitário, faltando-lhe a consistência desejante que poderia transmutá-lo em afirmação de um modo de vida. Como dizem Toni Negri e Michel Hardt, em seu recém-publicado Império:
"Em termos políticos (...) a recusa em si leva apenas a uma espécie de suicídio social (...) O que precisamos é criar um novo corpo social, projeto que vai além da recusa. Nossas linhas de fuga, nosso êxodo precisam ser constituintes e criar uma alternativa real." (NEGRI & HARDT, 2000, p. 224)
No campo subjetivo, a clínica psicanalítica é parte essencial na criação dessas alternativas, pois elas só o são na medida em que se articulam ao desejo. E se nele reside o compromisso dos psicanalistas, seu trabalho com as novas formas de subjetivação passa a exigir mais persistência e mais delicadeza. Talvez nos animem as palavras do poeta:

"Onde não há jardim, 
as flores nascem de um secreto 
investimento em formas improváveis."5

 
ABSTRACT
On the compulsions and the psychoanalytical setting. The article is part of a wider research about the new forms of psychical suffering as they appear in our present time. Those forms — compulsion is their prototype — inquire the psychoanalytical way of listening, of theoretical understanding and of clinical intervening. It is discussed here the main problems brought to the psychoanalytical setting by those patients, looking for some possibilities of opening or transformation.
Keywords: compulsion, subjectivity, psychoanalytical setting.

Jô Gondar
Psicanalista, professora adjunta do Departamento de Filosofia e Ciências Sociais da UNI-Rio. Membro do Espaço Brasileiro de Estudos Psicanalíticos. Rua Visconde da Graça, 213/401, 22461-010, Rio de Janeiro RJ. Telefax (21)2511-1991; jogondar@uol.com.br

Recebido em 10/10/2001. Aprovado em 12/11/2001.
 
* Versão ampliada do trabalho apresentado no Encontro Latino-Americano dos Estados Gerais da Psicanálise, realizado em São Paulo, em 13/10/2001.
1 O termo "recusa", aqui, deve ser tomado da língua corrente, não estando associado ao conceito freudiano de Verleugnung.
2 Esta personagem de Melville mereceu uma acurada análise de Gilles Deleuze (1997). As implicações políticas da recusa de Bartleby foram enfatizadas por Michel Hardt e Antonio Negri (2001).
3 O problema das compulsões, no que diz respeito aos "novos sintomas", tem sido trabalhado por Romildo Rêgo Barros no seminário sobre "Obsessão", atualmente desenvolvido na Escola Brasileira de Psicanálise, a partir de uma hipótese distinta da que apresentamos. Algumas das idéias em construção nesse seminário estão sendo aqui utilizadas.
4 Expressão criada por Eliana S. Reis a partir da proposta de José Gil.
5 Trata-se de um verso do poema "Campo de flores", de Carlos Drummond de Andrade.
 
Fonte:
SciELO - Scientific Electronic Library Online
Ágora: Estudos em Teoria Psicanalítica
  Ágora - estudos em teoria psicanalítica
Instituto de Psicologia UFRJ
Campus Praia Vermelha
Av. Pasteur, 250 - Pavilhão Nilton Campos - Urca
22290-240 Rio de Janeiro RJ

Sejam felizes todos os seres. Vivam em paz todos os seres.
Sejam abençoados todos os seres.

terça-feira, 31 de maio de 2011

CÉREBRO ARTIFICIAL LÊ CÉREBRO BIOLÓGICO



Informática

Cérebro artificial ajudará a entender o cérebro biológico

Marc-André Miserez -
Cérebro artificial ajudará a entender o cérebro biológico
O objetivo não é criar um monstrengo para jogar xadrez ou pilotar uma nave espacial, mas compreender o mau funcionamento do cérebro humano, que leva a doenças como Parkinson e Alzheimer. [Imagem: Nevit Dilmen/Wikimedia]
 
Máquina única
Construir um cérebro artificial, copiado do verdadeiro, para entender como esta extraordinária máquina funciona e deixa de funcionar.
Esse é o desafio do Projeto Cérebro Humano, centrado na Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), na Suíça, mas incluindo pesquisadores de várias partes da Europa.
O projeto está agora disputando um financiamento da União Europeia de um bilhão de euros.

"60 mil artigos científicos sobre o cérebro são publicados anualmente", afirma Henry Markram. Em vez de deixar esses artigos dormindo nas bibliotecas, o Projeto Cérebro Humano pretende integrá-los para construir uma máquina única no mundo.

Cérebro artificial
Markram e seus colegas já estão trabalhando desde 2005 em um projeto de cérebro artificial, chamado Cérebro Azul (Blue Brain), o mais próximo tecnicamente possível do cérebro biológico.
Nesse caso, o trabalho foi realizado com técnicas de engenharia reversa: em vez de desenhar um objeto antes de ser construído, pega-se um objeto existente para depois preparar um plano.

O primeiro passo foi dado com as proteínas, essas moléculas grandes que formam as células, e em seguida com os neurônios, através dos quais passam as informações, e as células gliais que os alimentam e modulam as transmissões, feixes de íons que passam de uma célula a outra através de longos filamentos.

Tudo isso é reconstruído virtualmente 
a partir de dados coletados da matéria viva.

Dispostos em forma de estrela em torno de um microscópio infravermelho, uma dúzia de caixinhas prolongadas por uma pipeta de plástico parecem se alimentar da mesma fonte de luz verde.
Cada unidade contém doze neurônios de rato, cuja atividade a máquina decifra precisamente - a atividade é então modelada no computador.

Simulando um cérebro
Essa é a essência do projeto. Desde 2005, essas experiências têm-se revelado uma verdadeira mina de informações sobre o funcionamento básico das células cerebrais.

Através delas, o Cérebro Azul já foi capaz de simular uma coluna neocortical de ratos, unidade de base do cérebro, composta de 10 mil neurônios, cada um capaz de criar entre si até 30 milhões de conexões.

Mas o cérebro humano, o objetivo final do Projeto Cérebro Humano, conta pelo menos 100 milhões de neurônios. E, hoje, é necessário a potência total de um computador portátil para simular o comportamento de um único neurônio.
Isso quer dizer que precisamos melhorar a potência dos computadores. Estima-se que um cérebro humano virtual exigiria uma máquina mil vezes mais potente do que o maior supercomputador existente.

O Projeto Cérebro Humano vai, portanto, trabalhar lado a lado com os fabricantes de hardware para tentar encontrar soluções em termos de potência de cálculo, consumo de energia e dissipação de calor.
E pensar que o nosso cérebro é capaz de fazer mais e melhor do que todas estas máquinas, (quase) sem esquentar a cabeça!

Um cérebro artificial para entender o natural
Hoje, é necessária a potência total de um computador portátil para simular o comportamento de um único neurônio. [Imagem: Mary Moye-Rowley]
 
Doenças do cérebro
Quanto à sua réplica virtual, o objetivo não é criar um monstrengo para jogar xadrez ou pilotar uma nave espacial, como nos clássicos da ficção científica.
"Vai ser como uma enorme instalação de imagens por ressonância magnética de um hospital. O objetivo não é criar um brinquedo divertido", explica Henry Markram.

Seu credo é simples: a medicina mantém cada vez mais a saúde de nossos corpos, mas ninguém encontrou ainda a cura para as doenças do cérebro (Parkinson, Alzheimer e outras) que afetam dois bilhões de pessoas no mundo.
Os pesquisadores do Projeto Cérebro Humano pretendem transformar a máquina deles em uma ferramenta de última geração para a compreensão do cérebro, simulando situações reais, administrando nela medicamentos ou novas moléculas virtuais, mas também alimentando-a com todos os conhecimentos atuais e futuros. Para Markram, trata-se de uma questão "de interesse da humanidade".
Robótica e informática
Outra sumidade em neurociência, o professor Pierre Magistretti, diretor do pólo de pesquisa sobre os fundamentos biológicos das doenças mentais, diz que se trata de "uma situação onde todos só têm a ganhar".

E a medicina não vai ser a única a desfrutar desta magnífica conquista.
O Projeto Cérebro Humano também será útil para a robótica (os robôs "alimentarão" o cérebro artificial com sensações), para as próteses de interfaces do sistema nervoso e, claro, para a informática, que tem muito a aprender com a extraordinária capacidade do cérebro humano.

Cérebro mundial
Os norte-americanos também estão prestes a anunciar um grande programa de pesquisa sobre o cérebro, definido como o novo "objetivo Lua" deste terceiro milênio.

Será que Henry Markram está com medo da concorrência?

"Não", responde sem rodeios, preferindo o termo emulação. "A abordagem deles é diferente da nossa e os dados que serão publicados estarão à disposição de toda a comunidade científica. Nossa estratégia é mundial, não é cada um no seu canto. Vamos encontrar formas de colaborar e agregar valor aos resultados deles", disse o professor, com a consciência tranquila de quem tem razão.

Veja outras pesquisas sobre a criação de cérebros artificiais:
Fonte:
Swissinfo - 30/05/2011
INOVAÇÃO Tecnológica
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cerebro-artificial&id=010150110530&ebol=sim
Sejam felizes todos os seres. Vivam em paz todos os seres.
Sejam abençoados todos os seres.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Flautul fermecat (Mozart) Opera - Die Zauberflote


Enviado por em 24/01/2011
Flautul fermecat (Mozart) Opera - Die Zauberflote
pentru alte documente: http://varzamurata.wordpress.com

Wolfgang Amadeus Mozart The Magic Flute




Enviado por em 31/01/2011

Categoria: Música

Palavras-chave:



    Mozart "Great" Mass in C minor, K. 427, Pescaria

    Sábado, 8 de outubro, 2011

    Fazer mudanças mesmo!


    WA Mozart - Mass In C Minor; K 427, Kyrie

    WA Mozart - Missa in C Minor, K 427, Kyrie
    • Ordem:
    • Duração: 06:29
    • Publicado em: 30 de agosto de 2009
    • Enviado: 02 de outubro de 2011
    • Autor: AdaCordella
    Amadeus: o corte do diretor - a trilha sonora original por Academy of St. Martin in the Fields, conduzida por Sir Neville Marriner
    http://wn.com/WA_Mozart__Mass_In_C_Minor; _K_427, _Kyrie
    Mozart's Great Mass in C Minor- Kyrie

    Grande Missa de Mozart em C Minor-Kyrie
    • Ordem:
    • Duração: 06:55
    • Publicado em: 01 de maio de 2007
    • Enviado: 03 de outubro de 2011
    • Autor: ClassicalMusicGuide
    Esta peça foi escrita para ser executada durante a missa tradicional, porque a estrutura do Ordinário da Missa sobreviveu ao Concílio Vaticano II, esta peça pode ser realizado em não-latinos missas também. Ordinário da Missa é a seguinte: 1. Kyrie - "Senhor, tem piedade, Cristo tem piedade, Senhor, tem piedade." 2. Gloria - "Glória a Deus nas Alturas ..." 3. Credo - "Creio em um Deus ..." 4. Sanctus - "Santo, Santo, Santo Senhor, Deus de poder e força ..." 5. Benedictus - "Bendito o que vem em nome do Senhor ..." 6. Agnus Dei - "Cordeiro de Deus, que tirais os pecados da Missa do Mozart mundo foi dado o nome de" Grande Missa ", porque, mais do que qualquer outra obra do século XVIII, resume tudo o que tinha acontecido na música religiosa até sua composição em 1782-1783. John Eliot Gardiner dirige a Solistas Inglês Barroco e do Coro Monteverdi no Kyrie da Missa de Mozart em C Menor, K.427.
    s_Great_Mass_in_C_Minor_Kyrie http://wn.com/Mozart '
    Great Mass in C minor - Kyrie - K. 427- WA Mozart - Bernstein - Delacroix

    Grande Missa em C menor - Kyrie - K. 427 - WA Mozart - Bernstein - Delacroix
    • Ordem:
    • Duração: 07:40
    • Publicado em: 14 de fevereiro de 2009
    • Enviado: 29 de setembro de 2011
    • Autor: codonauta
    Grande Missa em C menor - - Kyrie - K 427 - WA Mozart Leonard Bernstein - Maestro Arleen Auger - Sopran Frederica von Stade - Mezzosopran Frank Lopard - Tenor Cornelius Hauptmann - Bass Chor des Bayerischen Rundfunks Symphonieorchester des Bayerrischen Rundfunks Fotos: Delacroix É mais uma versão Kyrie de Mozart, este que eu adicionar no You Tube, mas acho que esta versão de Bernstein não apareceu aqui.
    http://wn.com/Great_Mass_in_C_minor__Kyrie__K_427_WA_Mozart__Bernstein__Delacroix
    Dame Kiri te Kanawa -

    Dame Kiri Te Kanawa - "Missa em C-Minor K.427 I-Kyrie (WA Mozart, compositor)"
    • Ordem:
    • Duração: 06:43
    • Publicado em: 05 de março de 2011
    • Enviado: 02 de outubro de 2011
    • Autor: TheReturnOfStephan1
    Mensagem do ventilador. Fan Site: kirionline.byethost9.com Orchestra & Chorus e Coro de St. Martins in the Fields, Sir Neville Marriner, Site Oficial do condutor: www.asmf.org Mass CD In C "Grande Missa" Menor; Ave Verum Corpus CD de Compra " : www.cduniverse.com (c) 1994 Philips Classical
    http://wn.com/Dame_Kiri_te_Kanawa__Mass_in_C-Minor_K427_I-Kyrie_WA_Mozart, _composer
    Mass in C Minor, K 427,

    Missa in C Minor, K 427, "Grande" - Kyrie
    • Ordem:
    • Duração: 06:27
    • Publicado em: 22 de novembro de 2009
    • Enviado: 18 de setembro de 2011
    • Autor: SundanceCrave
    Esta é a minha peça favorita de Mozart, e eu sempre tive uma visão distinta na minha imaginação de como ele deve olhar. ps-eu não annnnnnnny própria da música ou imagens utilizadas neste vídeo. ok? ótimo!
    http://wn.com/Mass_in_C_Minor, _K_427, _Great_Kyrie
    Amadeus OST, WA Mozart - Mass In C Minor, K. 427, Kyrie

    Amadeus OST, WA Mozart - Missa em C menor, K. 427, Kyrie
    • Ordem:
    • Duração: 06:33
    • Publicado em: 18 de março de 2011
    • Enviado: 03 de outubro de 2011
    • Autor: mrRnf11
    "O que é perfeito, não pode ser reescrita".
    http://wn.com/Amadeus_OST, _WA_Mozart__Mass_In_C_Minor, _K_427, _Kyrie
    Teresa Stich-Randall, WAMozart, mass in c minor, K.427, Kyrie and Christe

    Teresa Stich-Randall, WAMozart, massa em c menor, K.427, Kyrie e Christe
    • Ordem:
    • Duração: 07:58
    • Publicado em: 31 de maio de 2009
    • Enviado: 22 de julho de 2011
    • Autor: pslogge
    E nós erguer catedrais de nossas ilusões visíveis e invisíveis, quando uma música é o bálsamo suficiente para nossas almas. Eu amo o canto puro e direto de Teresa Stich-Randall. Em 1956 ela gravou o K.427 em massa em Viena para o jubileu de Mozart. Eu tinha o LP de vinil. É um dos meus preferidos. Foi a minha motivação para aprender a transferência de vinil em som digital usando o meu pc. Então eu aprendi a usar um programm de som, a fim de remover o ruído do LP, as rachaduras e os hiss mas sem alterating o som úmido do vinil. Eu queria compartilhar esta música com a comunidade musical. Fotos tiradas na Hungria, Brasil e Argentina. O Vienna Symphony Orchestra eo Coro de Câmara de Viena são conduzidos por Rudolf Moralt. Desfrutar
    http://wn.com/Teresa_Stich-Randall, _WAMozart, _mass_in_c_minor, _K427, _Kyrie_and_Christe
    Great Mass in C-minor - KYRIE, K. 427 (WAMozart)

    Grande Missa em C-menor - Kyrie, K. 427 (WAMozart)
    • Ordem:
    • Duração: 06:49
    • Publicado em: 07 de maio de 2011
    • Enviado: 01 de outubro de 2011
    • Autor: MrLeka37
    Kyrie (Andante Moderato: Chorus e Soprano). O trabalho foi composto durante 1782-1783. Em uma carta a seu pai Leopold datada de 14 de janeiro de 1783, Mozart fez alusão a um voto que tinha feito "no fundo de seu coração" para escrever uma obra de ação de graças pela recuperação da doença do seu Constanze noiva (então), também mencionar que o trabalho já estava semi-acabados. O Kyrie e Gloria foram realizados pela primeira vez na Igreja da Abadia de St. Peter, em Salzburgo, em domingo, 26 de outubro, 1783. A estréia ocorreu em uma missa católica romana, e os artistas eram membros da "Hofmusik", isto é os músicos empregados na corte do príncipe de Salzburgo, o Príncipe-Arcebispo Colloredo Conde Hieronymus von. Constanze Mozart esposa era a solista soprano para a primeira na pré-estréia. Houve um ensaio na Kapellhaus vizinhas quinta-feira, 23 de outubro, 1783.
    http://wn.com/Great_Mass_in_C-minor__KYRIE, _K_427_WAMozart
    Amadeus (Movie/Soundtrack) - Mozart: Mass In C Minor, K 427,

    Amadeus (Movie / Soundtrack) - Mozart: Missa em C menor, K 427, "Grande" - Kyrie
    • Ordem:
    • Duração: 6:30
    • Publicado em: 10 de setembro de 2010
    • Enviado: 22 de setembro de 2011
    • Autor: ClaudineShim
    Mozart: Missa em C menor, K 427, "Grande" - Kyrie. Neville Marriner: Academia de St. Martin in the Fields.
    http://wn.com/Amadeus_Movie/Soundtrack__Mozart_Mass_In_C_Minor, _K_427, _Great__Kyrie
    Great Mass in C minor - K. 427 - Et Incarnatus - WA Mozart - Bernstein - Albrecht Dürer

    Grande Missa em C menor - K. 427 - Et Incarnatus - WA Mozart - Bernstein - Albrecht Dürer
    • Ordem:
    • Duração: 07:48
    • Publicado em: 24 de fevereiro de 2009
    • Enviado: 29 de setembro de 2011
    • Autor: codonauta
    WA Mozart - Grande Missa em C menor - K. 427 - Credo - Et Incarnatus - Maestro: Leonard Bernstein - Arleen Auger - Sopran Chor des Bayerischen Rundfunks Symphonieorchester des Bayerrischen Rundfunks Fotos: Albrecht Dürer (1471-1528) No final do vídeo , um Dürer Albrecht auto-retrato (não é Jesus Cristo!) Primeiro eu thougt esta gravação da Missa, com Bernstein, Arleen Auger, etc, não estava no You Tube. Mas depois que eu encontrei, com as imagens também. É uma gravação ao vivo. Você vai encontrar toda a Missa (esta versão) com imagens no "shostakk" canal.
    http://wn.com/Great_Mass_in_C_minor__K_427__Et_Incarnatus__WA_Mozart__Bernstein__Albrecht_Dürer
    Mozart: Kyrie (Mass in C minor, K427)

    Mozart: Kyrie (Missa em C menor, K427)
    • Ordem:
    • Duração: 09:13
    • Publicado em: 15 de dezembro de 2009
    • Enviado: 19 de setembro de 2011
    • Autor: carosaxone
    Caro usuário do YouTube Se você é o proprietário dos direitos autorais deste desempenho eu pedimos-lhe que primeiro entrar em contato comigo pedindo para apagar o vídeo, mas evitando a preencher uma queixa ao YouTube administração e I WILL apague-o imediatamente. É de fato impossível para mim saber se alguns dos meus vídeos constituem violação de direitos autorais, porque todo o material que eu enviei é o resultado da gravação de TV e paixão pela música. Fiz o upload do vídeo apenas para promover a música que eu amo. Eu não quero problemas com ninguém e eu nunca quis quebrar a lei de direitos autorais. Obrigado pela sua compreensão CAROSAXONE ---------------------------------- Wolfgang Amadeus Mozart MASS em C menor, K 427 de Barcelona O Coro Monteverdi 1991 O Ebglish Solistas Barrocos Dir. Sri John Eliot Gardiner Soprano, Barbara Bonney mezzosoprano, Ann Sophie von Otter Tenor, Anthony Rolfe Johnson Bass, Alastair Miles
    http://wn.com/Mozart_Kyrie_Mass_in_C_minor, _K427
    Mozart c-moll mise Kyrie zongorára

    Mozart c-moll mise Kyrie zongorára
    • Ordem:
    • Duração: 0:55
    • Publicado em: 18 de novembro de 2009
    • Enviado: 27 de agosto de 2010
    • Autor: looorinc
    Mozart Missa na pontuação K427 c-menor piano (417a) Kyrie por Alois Schmitt jogado em casio cdp-100 www.dear.hu
    http://wn.com/Mozart_c-moll_mise_Kyrie_zongorára
    Mass in C Minor, Kyrie, K, 427 / Mozart.

    Missa in C Minor, Kyrie, K, 427 / Mozart.
    • Ordem:
    • Duração: 07:28
    • Publicado em: 08 de junho de 2011
    • Enviado: 20 de agosto de 2011
    • Autor: MrKnockna
    Edith Mathis, soprano / Sul Coro Madrigal alemão. Sudoeste alemão Chamber Orchestra / Wolfgang Gonnenwein.
    http://wn.com/Mass_in_C_Minor, _Kyrie, _K, _427_/_Mozart
    K. 427 Mozart Great Mass in C minor, Kyrie

    K. 427 Mozart Missa Grande, em C menor, Kyrie
    • Ordem:
    • Duração: 06:33
    • Publicado em: 05 de abril de 2011
    • Enviado: 10 de julho de 2011
    • Autor: sebtemple
    K. 427 Mozart Missa Grande, em C menor, Kyrie
    http://wn.com/K_427_Mozart_Great_Mass_in_C_minor, _Kyrie
    Mozart's Great Mass in C Minor - Kyrie

    Grande Missa de Mozart em C Minor - Kyrie
    • Ordem:
    • Duração: 07:11
    • Publicado em: 03 de agosto de 2011
    • Enviado: 15 de setembro de 2011
    • Autor: caldwellj
    Música de WA Mozart. Começa com as peças da Sinfonia No. 29 em Lá Maior K. 201 (186a), e Concerto para Flauta e Harpa K. 299 - Movimento segundo seguido do Kyrie da Grande Missa em C menor K. 427 (K. 417a). Graças à Dicu Alle (www.youtube.com para ajudar com títulos Brian Erp como Antonio Salieri Orchestra dirigida por Stephen Mulligan solista em destaque:..... Lucy Fitz Gibbon Dirigido por Joe Alessi De uma performance em 29 de setembro de 2009, no Off -Broadway Theatre, New Haven, Connecticut.
    s_Great_Mass_in_C_Minor__Kyrie http://wn.com/Mozart '
    Yael Levita - Mozart's mass in C minor -

    Yael Levita - massa de Mozart em C menor - "Christe Eleison"
    • Ordem:
    • Duração: 4:28
    • Publicado em: 13 de outubro de 2008
    • Enviado: 17 de agosto de 2011
    • Autor: boodoll
    Soprano Yael Levita em Christe Eleison da massa de Mozart em C menor.
    s_mass_in_C_minor__Christe_Eleison http://wn.com/Yael_Levita__Mozart '
    Mass In C Minor; K. 427 , Kyrie

    Mass In C Minor, K. 427, Kyrie
    • Ordem:
    • Duração: 06:32
    • Publicado em: 08 de agosto de 2011
    • Enviado: 08 de agosto de 2011
    • Autor: SuperBIGTEL
    http://wn.com/Mass_In_C_Minor; _K_427_, _Kyrie
    8. Mass In C Minor, K. 427; Kyrie

    8. Mass In C Minor, K. 427; Kyrie
    • Ordem:
    • Duração: 06:29
    • Publicado em: 19 de março de 2011
    • Enviado: 25 de setembro de 2011
    • Autor: opus289
    http://wn.com/8_Mass_In_C_Minor, _K_427; _Kyrie
    WA Mozart - The Great Mass in C Minor, K. 427 - Kyrie (1/14)

    WA Mozart - A Grande Missa in C Minor, K. 427 - Kyrie (14/01)
    • Ordem:
    • Duração: 07:26
    • Publicado em: 28 de setembro de 2011
    • Enviado: 04 de outubro de 2011
    • Autor: HerrMozartsMusic
    www.mozartsmusic.blogspot.com
    http://wn.com/WA_Mozart__The_Great_Mass_in_C_Minor, _K_427__Kyrie_1/14
    Mozart Great Mass in C minor K.427 - Kyrie

    Mozart Grande Missa em C menor K.427 - Kyrie
    • Ordem:
    • Duração: 07:36
    • Publicado em: 02 de maio de 2009
    • Enviado: 13 mar 2011
    • Autor: whomakemefeel
    Wolfgang Amadeus Mozart (1756 † 1791) Trabalho: Grande Missa em C menor, K.427 - Kyrie Ensemble: East of England Orchestra
    http://wn.com/Mozart_Great_Mass_in_C_minor_K427__Kyrie
    Mozart - Great Mass No.17 or No.18 in C minor K 427 (417a) - 1. Kyrie

    Mozart - Grande Missa n º 17 ou n º 18 em C menor K 427 (417a) - 1. Kyrie
    • Ordem:
    • Duração: 07:58
    • Publicado em: 02 de abril de 2010
    • Enviado: 22 de setembro de 2011
    • Autor: vmichelotto
    Maestro: Leonard Bernstein en.wikipedia.org www.carringbush.net
    http://wn.com/Mozart__Great_Mass_No17_or_No18_in_C_minor_K_427_417a__1_Kyrie
    Mozart: Mass in C Minor, K 427 (Gabrieli, McCreesh)

    Mozart: Missa in C Minor, K 427 (Gabrieli, McCreesh)
    • Ordem:
    • Duração: 4:44
    • Publicado em: 10 de setembro de 2010
    • Enviado: 04 de fevereiro de 2011
    • Autor: nadaniente115a
    Mozart: Missa in C Minor, K 427. Gabrieli Consort & Players. Dir. Paul McCreesh
    http://wn.com/Mozart_Mass_in_C_Minor, _K_427_Gabrieli, _McCreesh
    [EuroArts 2057438] DVORAK, A.: Symphony No. 7 / MOZART, WA: Mass in C minor, K. 427,

    [EuroArts 2057438] DVORAK, A.: Symphony No. 7 / MOZART, WA: Missa em C menor, K. 427, "Grande"
    • Ordem:
    • Duração: 2:10
    • Publicado em: 26 mai 2009
    • Enviado: 11 de julho de 2011
    • Autor: naxosvideos
    Medici Arts DVD Trailer: 2057438 Mais informações:. Www.naxos.com
    http://wn.com/ EuroArts_2057438 _DVORAK, _A_Symphony_No_7_/_MOZART, _WA_Mass_in_C_minor, _K_427, _Great
    Amadeus: o corte do diretor 
    - a trilha sonora original por Academy of St. Martin in the Fields,
    conduzida por Sir Neville Marriner ...
    remover add to playlist mostrar mais resultados resultados de vídeo para: massa em c menor, k 427 Kyrie
     

    Grande Missa de Mozart em C Minor - Kyrie
    07:11
    Música de WA Mozart. Começa com as peças da Sin­fo­nia No. 29 em Lá Maior K. 201 (186a), e Con­cer­to para Flau­ta e Harpa K. 299 - Movi­men­to se­gun­do segui­do do Kyrie da Grande Missa em C menor K. 427 (K. 417a). Graças à Alle Dicu (www.​youtube ...
     

    Yael Levi­ta - massa de Mozart em C menor - "Christe Elei­son"
    04:28
    So­pra­no Yael Levi­ta em Christe Elei­son da massa de Mozart em C menor ....

    Mass In C Minor, K. 427, Kyrie
    06:32
    ...

    8. Mass In C Minor, K. 427; Kyrie
    06:29
    ...

    WA Mozart - A Grande Missa in C Minor, K. 427 - Kyrie (14/01)
    07:26
    www.​mozartsmusic.​blogspot.​com ...
     

    Mozart Grande Missa em C menor K.427 - Kyrie-07:36
    Wolf­gang Amadeus Mozart (1756 † 1791) Tra­bal­ho: Grande Missa em C menor, K.427 - Kyrie En­sem­ble: East of Eng­land Orques­tra ...
     

    Mozart - Grande Missa n º 17 ou n º 18 em C menor K 427 (417a) - 1. Kyrie
    07:58
    Mae­stro: Leonard Bern­stein en.​wikipedia.​org www.​carringbush.​net ...
    Mozart: Missa in C Minor, K 427 (Gabrieli, Mc­Creesh)
    04:44
    Mozart: Missa in C Minor, K 427. Gabrieli Con­sort & Play­ers. Dir. Paul Mc­Creesh ...

    [Eu­roArts 2057438] DVO­RAK, A.: Sym­pho­ny No. 7 / MOZART, WA: Missa em C menor, K. 427, "Grande" - 02:10 - Medi­ci Arts Trail­er DVD: 2057438 Mais in­for­mações:. www.​naxos.​com ...





    Missa em C menor

    Missa em C menor pode se referir a:


  • Grande Missa em C menor , No. 17, K. 427, de Wolfgang Amadeus Mozart




  • Missa Solemnis em C menor ", Waisenhaus", No. 4, K. 139, também por Mozart




  • Missa em C menor, op. 147, de Robert Schumann


  • Este texto está licenciado sob a Licença Creative CC-BY-SA Commons . Este texto foi originalmente publicado na Wikipedia e foi desenvolvido pela comunidade Wikipedia.



     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

      

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     


    Sejam felizes todos os seres.Vivam em paz todos os seres.
    Sejam abençoados todos os seres.
    Sábado, 8 de outubro,