terça-feira, 2 de agosto de 2011

BACTÉRIAS DERAM ORIGEM ÀS MITOCÔNDRIAS



Bactérias mais abundantes da Terra deram origem às mitocôndrias

Patricia Herman 



Há bilhões de anos atrás, um evento evolutivo surpreendente ocorreu: certas bactérias se tornaram obrigadas a viver dentro de outras células, iniciando uma cadeia de eventos que resultaram na mitocôndria, uma organela encontrada em todas as células eucarióticas.

Ainda mais surpreendente foi o que um estudo recente revelou: pesquisas fornecem fortes evidências de que a mitocôndria compartilha um ancestral comum com uma linhagem de bactérias marinhas conhecidas como SAR11, o grupo mais abundante de microorganismos na Terra.

Os resultados apresentados parecem fazer sentido: a fisiologia da SAR11 a torna mais suscetível a ser dependente de outros organismos e, com base na sua abundância contemporânea no oceano, a linhagem ancestral pode ter sido também abundante no antigo oceano, aumentando o encontro desta linhagem bacteriana com o anfitrião da simbiose original.

A fim de entender a história evolutiva da SAR11, pesquisadores compararam o genoma da mitocôndria de grupos diversificados de eucariontes com o genoma de linhagens de SAR11. Esta abordagem forneceu uma análise filogenética altamente sofisticada e completa destes genomas.

Além de descobrir a ligação evolutiva entre as mitocôndrias e a SAR11, a avaliação baseada na diversidade filogenômica deste grupo (ou seja, uma avaliação com base em todo o genoma, ao invés de um único gene) deu um apoio substancial para propor uma nova família de bactérias.

A implicação é que a linhagem de bactérias marinhas muito abundantes, a SAR11, contém uma quantidade significativa de diversidade genética, que indica a diversidade potencialmente significativa do seu metabolismo.
Os pesquisadores continuarão a estudar a SAR11 e sondar seus genomas para entender melhor o seu potencial metabólico e descobrir como elas se tornaram tão bem sucedidas em todo o oceano.


.
Patricia Herman é aspirante a jornalista,
tem 21 anos e adora ler, principalmente poemas 
e a filosofia alemã do século XIX. 
Tem um único grande vício: música.
Mitocôndrias

   Do grego (mito = filamento, chondrion = partícula), o nome tem mais relação com as possíveis formas assumidas pela mitocôndria do que com a sua finalidade. É uma organela de

    diâmetro entre 0,5 e 1,0 mm  e comprimento variável, de 0,5mm (cél. secretora de esteróides) a 8 ou 10 mm (cél. muscular esquelética).

        Presente em todas as células eucarióticas, a mitocôndria converte a energia derivada dos combustíveis químicos em energia armazenada sobre a forma de ATP (adenosina trifosfato). A mitocôndria permite uma maior extração de energia da molécula de glicose; estima-se que a fosforilação oxidativa produza mais de 2 x 1026 moléculas de ATP por dia no homem.

http://www.icb.ufmg.br/~biocelch/mitocondria/mitocondria.html

ACUMULAÇÕES DE ENERGIA ESPIRITUAL

        Por intermédio das mitocôndrias, que podem ser consideradas acumulações de energia espiritual, em forma de grânulos, assegurando a atividade celular, a mente transmite ao carro físico a que se ajusta, durante a encarnação, todos os seus estados felizes ou infelizes, equilibrando ou conturbando o ciclo de causa e efeito das forças por ela própria libertadas nos processos endotérmicos, mantenedores da biossíntese.

        Nessa base, dispomos largamente dos anticorpos e dos múltiplos agentes imunológicos cunhados pela governança do Espírito, em favor da preservação do corpo, de acordo com as multimilenárias experiências adquiridas por ele mesmo, na lenta e laboriosa viagem a que foi constrangido nas faixas inferiores da Natureza.

        Da mesma sorte, possuímos, 
funcionando automaticamente:

    a secretina,  -a tiroxina, -a adrenalina,  -a luteína,  -a insulina,  - a foliculina, - os hormônios gonadotrópicos

    e unidades outras, entre as secreções internas, à guisa de aceleradores e excitantes, moderadores e reatores, transformadores e calmantes das atividades químicas nos vários departamentos de trabalho em que se subdivide o Estado Fisiológico.

(Ver: Sistema Linfático)

Mitocôndria - s.f. Grânulo isolado ou bastonete que representa um dos elementos do condrioma citoplasmático das células vivas.  As mitocôndrias têm:


    biocatalisadores,
    enzimas
    e vitaminas. 

Subdividem-se em:

    condriossomos [formas granulares]
    e condriocantes ou condriomites [formas filamentosas] 


        Mitocôndrias ( Casas de força da célula ) - Todas as atividades celulares consomem energia. Para sustentar , as células são dotadas de verdadeiras usinas energéticas: AS MITOCÔNDRIAS.

       As mitocôndrias são pequenos bastonetes membranosos (lipoproteica), que flutuam dentro do citoplasma. Dentro delas existem uma complexa maquinaria química, capaz de liberar a energia contida nos alimentos que a célula absorve. Isso acontece da seguinte forma: as substancias nutritivas penetram nas mitocôndrias, onde reagem com o gás oxigênio, em um processo comparável à queima de um combustível. Essa reação recebe o nome de respiração celular. A partir daí é produzido energia em forma de ATP  (adenosina trifosfato).

Funções da Mitocôndria:


    Produção de Energia;
    Respiração Celular através do Ciclo de Krebs e da Cadeia Respiratória.

Origem das Mitocôndrias:

        Durante os anos oitenta, Lynn Margulis propôs a teoria da endosimbiose para explicar a origem das mitocôndrias e cloroplastos de procariontes. De acordo com esta idéia, um procarionte maior engolfou ou cercou um procarionte menor há uns 1.5 bilhão ou 700 milhões de anos atrás.

        Em vez de digerir o organismo menor, o grande e o pequeno entraram em um tipo de simbiose conhecido como mutualismo, em que ambos os organismos se beneficiam e nenhum é danificado. O organismo maior ganhou excesso de ATP (adenosina trifosfato) fornecido pela "protomitocôndria" e açúcar em excesso fornecidos pelo " protocloroplasto ", enquanto fornecia um ambiente estável e as matérias-primas que o endosimbionte requeria. Esta relação é tão forte que agora células de eucarionte não podem sobreviver sem mitocôndria (igualmente eucariontes fotossintéticos não podem sobreviver sem cloroplastos), e os endosimbiontes não podem sobreviver fora dos anfitriões. Quase todos eucariontes têm mitocôndria.

        Dentro da célula muscular típica há as mitocôndrias que (segundo Astrand, 1980) captam oxigênio;  são corpos em forma de bastão, circundados por uma membrana dupla que representa a “casa da força” da célula. Aqui o combustível e o oxigênio entram nos processos geradores de energia, resultando na formação de ATP (adenosina trifosfato) que é o mais abundante acumulador usado pela célula.

Prof. Jacintho F. Targa (falecido)
 R. Coronel André Belo, 603 -  90050 – Porto Alegre – RS
http://www.crefsc.org.br/artigos/artigo8.doc

CONSELHO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA SANTA CATARINA: http://www.crefsc.org.br

10.04.2008


A origem secreta das mitocôndrias


Imagine só: As mitocôndrias, aquelas organelas em forma de lingüiça responsáveis pela respiração e produção de energia nas nossas células, são descendentes de bactérias que se “infiltraram” em organismos primitivos bilhões de anos atrás, quando a vida na Terra estava só começando. Ou seja, o principal instrumento celular que você usa hoje para respirar já foi, um dia, uma bactéria.

Esse é o passado secreto das mitocôndrias, que nem todo professor gosta de contar na escola. Mas ele pode nos ensinar muitas coisas sobre como o nosso organismo evoluiu e como ele funciona. Pode, inclusive, ter a ver com o fato de você ser mais magro ou mais gordo, segundo as pesquisas mais recentes.

O resumo da história é o seguinte: todas as formas de vida na Terra podem ser divididas em dois grandes grupos - eucariotos e procariotos. Os eucariotos, como nós, são organismos formados por células mais complexas e maiores, dotadas de núcleo e de várias organelas (entre elas, as mitocôndrias). Os procariotos são organismos muito mais simples, como as bactérias, formados por uma única célula sem núcleo e com poucas organelas.

Hoje, essa diferença é óbvia. Mas bilhões de anos atrás, quando tudo começou, eucariotos e procariotos não eram assim tão diferentes. Em algum momento, as trilhas evolutivas dos dois grupos se cruzaram. Uma bactéria aeróbica, que já era capaz de metabolizar oxigênio, invadiu a célula de algum eucarioto primitivo, oferecendo a ele seus serviços respiratórios em troca de abrigo. Os dois chegaram a um acordo e, no fim, deu tudo certo: o eucarioto fornecia proteção para a bactéria, que, em troca, processava oxigênio e produzia mais energia para a célula - uma parceria chamada na biologia de endossimbiose.

Acelere o filme mais alguns bilhões de anos e cá estamos nós, respirando alegremente, com nossas células recheadas de ex-bactérias que viraram mitocôndrias. Isso não é história da minha cabeça não - há uma série de evidências científicas que sustentam a teoria.
A mais óbvia delas é que as mitocôndrias possuem seu próprio DNA, diferente do nosso e idêntico ao das bactérias e de outros procariotos. É o chamado DNA mitocondrial, que tem a forma de um anel e não de uma dupla hélice, como o DNA “clássico” do núcleo das células. A mitocôndria, portanto, tem seus próprios genes e até seus próprios ribossomos para síntese de proteínas. É quase um organismo independente.

Por que isso interessa para nós? Bem, porque sem as mitocôndrias, a gente não existiria. “A mitocôndria, como se costuma dizer, é a bateria da célula, é de onde vem toda a energia para o nosso organismo funcionar”, diz a especialista Alicia Kowaltowski, professora do Departamento de Bioquímica da Universidade de São Paulo (USP).

As mitocôndrias são as nossas principais produtoras de ATP, a molécula básica de energia do organismo. É dentro delas que ocorrem os processos bioquímicos que transformam a energia contida nos alimentos em energia que pode ser de fato utilizada pelo organismo, por meio da respiração.

Conseqüentemente, os cientistas estão descobrindo que o número de mitocôndrias que você tem dentro das suas células e a eficiência com que elas funcionam tem tudo a ver com a maneira como você metaboliza os alimentos. E, portanto, com o seu peso e a sua saúde.

“Os estudos mostram que há uma relação muito grande entre regulação mitocondrial e doenças metabólicas, como obesidade e diabetes”, explica Alicia.

Pense nisso a próxima vez que respirar.

Fonte:
http://www.icb.ufmg.br/~biocelch/mitocondria/mitocondria.html
http://www.biomania.com.br/citologia/organelas.php
CONSELHO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA SANTA CATARINA: http://www.crefsc.org.br
Sejam felizes todos os seres. Vivam em paz todos os seres.
Sejam abençoados todos os seres.

Nenhum comentário: